Em decisão liminar expedida nesta quinta-feira (10/7), o ministro Admar Gonzada, do Tribunal Superior Eleitoral, determinou a suspensão da veiculação de comercial da Petrobras exibido nos dias 7 e 8 de julho na Rede Bandeirantes, no bloco das 19h do jornal da Band.
O vídeo, com duração de 32 seg…
Arquivos Mensais:julho 2014
OAB exige transparência no Processo Judicial Eletrônico (PJe)
Brasília – O Conselho Federal da OAB protocolou um ofício junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) solicitando uma série de esclarecimentos a respeito do PJe. Entre as solicitações estava o acesso ao código-fonte do sistema, informações sobre a arquitetura do PJe, gastos feitos até o momento e solicitação de cópias de contratos. Todas as solicitações da Ordem foram feitas com base na Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011). Entretanto, o presidente do CNJ, ministro Joaquim Barbosa, negou qualquer esclarecimento à OAB, justificando que o PJe é propriedade intelectual da União em área de interesse estratégico nacional. Marcus Vinicius Furtado Coêlho, presidente nacional da OAB, entende não haver motivos para a manutenção de qualquer sigilo. “O que o cidadão quer do Judiciário é transparência e coerência. É fundamental que haja a necessária maturação do sistema e a unificação da plataforma. Deve-se levar em conta as peculiaridades do Brasil, do interior, das localidades longínquas, para que o PJe seja uma solução, não um problema”, ressalta. O presidente lembra, ainda, que o requerimento foi detalhadamente baseado. “Nosso parâmetro foi a Lei de Acesso à Informação. Há um grande esforço por parte da OAB em sensibilizar o CNJ para que os problemas do sistema PJe sejam corrigidos, a exemplo do que vem ocorrendo na Justiça do Trabalho. A advocacia e a cidadania não podem pagar esse preço”, diz. O vice-presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, compartilha da opinião de Marcus Vinicius. “Pode parecer estranho que no momento em que vivemos a era digital, tenhamos que questionar se a Justiça brasileira está efetivamente capacitada para tomar o rumo do processo judicial sem papel. Porém, como percebemos diariamente, quesitos básicos para o funcionamento seguro do sistema, como internet 3G e até mesmo energia elétrica, simplesmente não encontram estrutura mínima em determinados locais. Enquanto os relatos de instabilidade forem comuns, o PJe não pode ser a única opção”, conclui Lamachia. Lamachia lançou, ainda, questões sobre o real motivo da negativa do CNJ em fornecer os detalhes pedidos. "No que informações como os valores que foram gastos com o projeto, cópia dos contratos das empresas que foram contratadas, forma de contratação e informações sobre a arquitetura do PJe podem colocar em risco a segurança da sociedade ou fragilizar sistemas de interesse estratégico nacional? Por que a resistência na liberação da informação para a OAB?" Receita Federal é exemplo A OAB entende que informações como os valores que foram gastos com o projeto do PJe, as cópias dos contratos das empresas que foram contratadas, a forma de contratação e as informações sobre a arquitetura do não colocam em risco a segurança da sociedade, bem como sequer fragilizam sistemas de interesse estratégico nacional. Um exemplo de que a mudança gradual é necessária vem da Receita Federal, quando anunciou que passaria a receber as declarações de Imposto de Renda pela internet e permitiu que, gradativamente, o contribuinte se adaptasse ao sistema e o manteve funcionando em três modalidades diferentes: em papel, por disquete e pela internet. “Foram anos de adaptação até chegarmos ao sistema atual. Um claro exemplo de boa prática na gestão pública e respeito ao cidadão”, compara o presidente nacional da OAB.
Compra de imóvel de boa-fé não caracteriza fraude à execução
A compra de um imóvel, desde que não haja má intenção em cooperar com o vendedor que tenha dívida trabalhista, não invalida a transação. Sendo assim, os desembargadores da 9ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região entenderam que a compra de um apartamento com risco de penhora não pod…
Gilson Dipp: Sistema de Participação Social respeita prerrogativas
O Decreto 8.243, de 23 de maio de 2014, que institui a Política Nacional de Participação Social – PNPS e o Sistema Nacional de Participação Social – SNPS, além de não afrontar ou usurpar poder ou prerrogativa do Legislativo e nem evidenciar irracionalidade administrativa, abuso ou excesso, oferec…
Instalado o Conselho Regional de Prerrogativas de São Vicente
Dando continuidade ao projeto de descentralização do atendimento aos advogados vítimas de violações de suas prerrogativas profissionais, a OAB SP instalou o Conselho Regional de Prerrogativas de São Vicente, cuja posse do Presidente, Roberto de Souza Araújo, do Coordenador, Luiz Fernando Afonso Rodrigues, e demais integrantes se deu no dia 27 de junho, na sede da Subseção de São Vicente.
Angela Di Francesco: Conciliadores estão em contagem regressiva
Está nas mãos da Assembleia Legislativa de São Paulo a aprovação do Projeto de Lei 1.005/2013, que dispõe sobre o abono e a jornada de trabalho de mediadores e conciliadores judiciais. Submetido à Comissão de Constituição e Justiça e à Comissão de Finanças e Orçamento, obteve aprovação por unanim…
Juízes devem preencher novo formulário de inspeção em presídios
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) disponibilizou novo formulário de inspeção do Cadastro Nacional de Inspeções nos Estabelecimentos Penais (CNIEP). Todos os Tribunais de Justiça estaduais e Tribunais Regionais Federais já foram comunicados da obrigatoriedade do preenchimento.
O novo CNIEP faz…
Juiz do TO quer suspensão da escolha de desembargador
Um juiz de Palmas (TO) ingressou com um pedido de liminar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para que seja revista a nomeação de outro colega ao cargo de desembargador no Estado. Foi alegado a necessidade de investigar a produtividade dos candidatos.
O pedido partiu do juiz da 2ª Vara Cível d…
Emissora não deve indenizar ex-juiz Nicolau por chamá-lo de “Lalau”
O Superior Tribunal de Justiça negou pedido de indenização por danos morais do ex-juiz Nicolau dos Santos Neto contra a TV Ômega. Ele pedia reparação por ter sido chamado, no programa Rede Fama, de “ladrão” e citado em músicas como “Lalau”.
Em dezembro de 2000, o apresentador do programa veiculo…
OAB consegue trancamento de ação penal contra advogados no RN
Brasília e Natal (RN) – O Conselho Federal da OAB, com o apoio da OAB-RN, conseguiu uma importante vitória para toda a advocacia no tocante à defesa das prerrogativas. Trata-se da concessão da ordem de trancamento da ação penal em trâmite no Juizado Especial Criminal de Parnamirim (RN), movida pelo Ministério Público por suposta prática do delito de difamação praticado pelos advogados José Tito do Canto Neto e Milena da Gama Fernandes Canto. Conforme os advogados, no dia 25 de junho de 2013, no fórum daquele município, a promotora Ana Márcia Machado estaria orientando uma testemunha aos termos do seu depoimento. Na ocasião, os advogados ressaltaram que tal postura seria uma ofensa ao processo. Inicialmente, José e Milena ingressaram com habeas corpus objetivando suspender ou trancar o prosseguimento da ação penal, tendo a relatora decidido suspender o andamento processual. Entretanto, na análise do mérito, denegou a ordem, determinando o prosseguimento regular. Diante da decisão proferida pela 2ª Turma Recursal, a OAB-RN ingressou com o habeas corpus junto do TJ/RN, garantindo que as prerrogativas dos advogados fossem respeitadas segundo a imunidade profissional do § 2º, do art. 7º, do Estatuto da Advocacia e da OAB. O presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, parabenizou a seccional do Rio Grande do Norte pela atuação. “Os advogados estavam no exercício de suas atividades profissionais, e, portanto, protegidos pela imunidade que nos assegura o Estatuto da Advocacia. Exalto a brilhante atuação da OAB-RN e friso: advogado valorizado, cidadão respeitado”, disse. Sérgio Freire, presidente da OAB-RN, destacou que essa é mais uma importante decisão em favor da defesa das prerrogativas. “Nossa seccional deu apoio aos advogados José Tito e Milena da Gama e atuou na defesa dos direitos dos colegas, seguindo a linha traçada em conjunto com o Conselho Federal”, encerrou.
Alegação de erro vale só para quem não pode reconhecer ilicitude
A alegação de erro para obter a isenção de pena por fraude só é válida para aqueles que não têm condições de conhecer a ilicitude da conduta. Com esse entendimento, a 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região condenou uma mulher acusada de burlar o sistema de seguro-desemprego. Segundo a…
TSE divulga tempo de propaganda dos candidatos à Presidência
O Tribunal Superior Eleitoral divulgou nesta quinta-feira (10/7) a estimativa de tempo que os 11 candidatos à Presidência terão no horário eleitoral no rádio e na televisão, que começa a ser transmitido no dia 19 de agosto. Os número serão apresentados aos partidos em audiência pública na próxima…
Justiça decreta prisão de suposto líder da máfia dos ingressos
O plantão judiciário do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou, nesta sexta-feira (11/7), pedido de Habeas Corpus para o britânico Raymond Whelan, diretor da empresa Match. Ele teve prisão preventiva decretada nesta quinta (10/7) por suspeita de envolvimento em um esquema de venda ilegal de …
Barbosa rejeita Habeas Corpus de investigado pela operação lava jato
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, rejeitou Habeas Corpus apresentado pela defesa do empresário João Procópio Prado, investigado pela operação lava jato e que teve prisão cautelar decretada pela 13ª Vara Federal da Seção Judiciária de Curitiba. Como há dois HCs pe…
Vencedor do Franz de Castro é indicado para receber Prêmio Juca Pato
O vencedor do Prêmio Franz de Castro Holzwarth de Direitos Humanos da OAB SP de 2013, o cineasta João Batista de Andrade, foi indicado para concorrer ao Prêmio Juca Pato, da UBE (União Brasileira de Escritores). O cineasta foi indicado por 30 associados da UBE e diz que ser premiado pela OAB SP foi significativo para receber também a indicação da União.





