Com o aumento crescente de grupos organizados para o cometimento de crimes, o legislador promulgou a Lei 12.850/2013 que buscou não só definir a conduta típica do crime organizado, possibilitando a investigação por órgãos não policiais e, ainda, disciplinou o procedimento criminal em si bem como …
Arquivos Mensais:maio 2014
Consultor Tributário: Incentivos fiscais autorizam devolver créditos de PIS/Cofins
A questão suscitada delimita-se à aplicação do artigo 17 da Lei 11.033/2004, ao prescrever que: “as vendas efetuadas com suspensão, isenção, alíquota 0 (zero) ou não incidência das contribuições PIS/PASEP e COFINS não impedem a manutenção, pelo vendedor, dos créditos vinculados a essas operações”…
Direito Comparado: Marco Civil e opção do legislador pelas liberdades comunicativas
Desde o início da série de colunas sobre o Marco Civil da Internet (leia a primeira e a segunda), dois pontos têm-se sobressaído: (a) a existência de incoerências internas ou redundâncias normativas na lei e (b) seu caráter simbólico. Diversos dos artigos da Lei 12.965, de 23 abril de 2014, como …
Arnon Velmovitsky: Renovação automática de locação comercial oferece riscos
As condições exigidas para o exercício do direito da renovação do contrato de locação de imóveis comerciais estão estabelecidas no artigo 51, da Lei 8.245, de 18.10.1991, quais sejam:
I – o contrato a renovar tenha sido celebrado por escrito e com prazo determinado;
II – o prazo mínimo do contr…
Tiago Bitencourt: Critérios clássicos não resolvem bem as antinomias
Tornou-se amplamente conhecida a exposição de Norberto Bobbio a respeito dos três critérios para a resolução de antinomias, a saber, o cronológico (lex posterior derogat lex priori), o hierárquico (lex superior derogat lex inferiori) e o da especialidade (lex specialis derogat generali)[1]. Trata…
Pedidos de falência têm queda de 15,6% no mês de abril, diz Serasa Experian
As solicitações de falências recuaram 1,5% entre março e abril, passando de 132 para 130 pedidos, de acordo com levantamento da Serasa Experian. A queda é bem mais acentuada (15,6%) na comparação com os requerimentos registrados em abril do ano passado (154). Dos 130 pedidos de falência, 58 refer…
OAB defende reforma política na posse do presidente do TSE
Brasília – O presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, participou nesta terça-feira (13) da posse do ministro Dias Toffoli como presidente do Tribunal Superior Eleitoral. O magistrado conduzirá a Justiça Eleitoral pelos próximos dois anos. No discurso proferido na cerimônia, Marcus Vinicius destacou o papel do tribunal como guardião da democracia brasileira e seu dever em “garantir a prevalência da soberania popular e a liberdade do voto, em eleições legítimas”. O presidente da OAB reiterou a importância de uma reforma política no Brasil, com intuito de consolidar e aperfeiçoar a democracia da nação. “A reforma política há de ser feita para consolidar e aperfeiçoar a democracia, assegurar a igualdade de condições entre os candidatos, fortalecer e democratizar os partidos políticos, estimular o debate programático, diminuir os custos de campanhas eleitorais, conter o abuso de poder político ou econômico, proteger a probidade administrativa e implementar os instrumentos de democracia direta previstos na Constituição, como referendo e plebiscito”, afirmou. “Trata-se de uma necessária reforma estruturante, olhos postos no futuro do país.” Marcus Vinicius elogiou o esforço de ministros e ministras “que se dedicam à representação da sociedade, fazendo imperar a ordem jurídica democrática”, mas lembrou que é importante a união de esforços para a preservação das instituições da República. “A violência e a imposição necessitam ceder espaço à fraternidade e ao convencimento. O antagonismo, as divergências e os conflitos de interesses devem ser resolvidos no espaço do diálogo regrado da democracia”, frisou. “O Brasil é uma das maiores democracias constitucionais do mundo. Aqui viceja a liberdade de expressão do pensamento, o respeito ao pluralismo político, a observância da harmonia e independência entre os poderes e a máxima eficácia da Constituição da República”, afirmou Marcus Vinicius. “A Constituição é o autêntico projeto de nação brasileira. É o elo que nos une. A efetivação das normas constitucionais garante e amplia a democracia. O princípio da dignidade da pessoa humana, com a implantação dos direitos individuais e sociais, é uma causa democrática. O ser humano é o centro gravitacional de proteção do Estado e da sociedade.” No discurso de posse, o novo presidente do TSE, que sucede o ministro Marco Aurélio Mello, traçou um histórico da Justiça Eleitoral no país e celebrou o mais longo período de estabilidade do Brasil, que possui voto universal com mecanismos modernos e eficientes, como as eleições limpas e o controle de abusos econômicos e de poder nos pleitos. “O povo passou a ser o ator dos desígnios da nação”, afirmou. “Temos agora a Justiça para fiscalizar, não mais a polícia, a razão no lugar da força.” Dias Toffoli listou desafios e metas da Justiça Eleitoral no Brasil. Segundo o novo presidente do TSE, com o aumento da participação popular nas eleições, aumentou também o investimento capitalista, “o que é legítimo, desde que não seja desviado para corrupção, fraude e abusos”. O ministro do STF afirmou ainda que o jogo democrático traz incertezas, mas que a nação é grande para saber lidar com elas. “As novas mídias, por exemplo, ampliaram o espaço da praça pública”, disse. “Temos que repensar as formas de participação popular, tornando mais simples mecanismos como referendos e plebiscitos.” A fragilidade dos partidos políticos e o papel deles como “mediadores exclusivos de acesso ao poder” também foram lembrados pelo ministro. Como metas para sua gestão, Dias Toffoli impôs o Processo Judicial Eletrônico, a elaboração de um novo Código Eleitoral e a criação de uma certidão de nascimento emitida pela Justiça Eleitoral, que centralizaria o cadastro nacional de cidadãos. Estiveram presentes à posse do ministro Dias Toffoli como presidente do TSE, entre outros, a presidente da República, Dilma Rousseff; o vice-presidente do STF, Ricardo Lewandowski; o vice-presidente da República, Michel Temer; o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves; o presidente do Senado, Renan Calheiros; o procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot; o ex-presidente da República José Sarney; ministros do STF, STJ, TSE, TST e membros de diversos órgãos do poder Judiciário, Legislativo e Executivo. APOSIÇÃO DE FOTO Ainda na terça-feira (19), foi realizada a aposição de foto da ministra Cármen Lúcia na galeria de ex-presidentes do Tribunal Superior Eleitoral. A magistrada do STF conduziu o tribunal eleitoral entre abril de 2012 e novembro de 2013, antecedendo o mandato do ministro Marco Aurélio Mello. A cerimônia foi realizada na sede do TSE, em Brasília.
OAB Nacional volta à Câmara por adequação da advocacia no Supersimples
Brasília – A diretoria da OAB Nacional, juntamente com dezenas de presidentes de seccionais, acompanhou na noite desta terça-feira (13) a sessão que votou os destaques ligados ao projeto que revisa o regime simplificado de tributação de micro e pequenas empresas (PLP 221/12). Entre eles está o que adéqua a advocacia em uma nova faixa de tributação, reduzindo os encargos aos profissionais. A sessão foi interrompida antes que o tema entrasse em discussão, que está prevista para esta quarta-feira. O vice-presidente da entidade, Claudio Lamachia e o diretor-tesoureiro, Antonio Oneildo acompanharam os trabalhos do plenário. Junto aos diretores estiveram os presidentes seccionais Sergio Freire, da OAB-RN; Luís Viana, da OAB-BA; Homero Mafra, da OAB-ES; Thiago Bonfim, da OAB-AL; Ibaneis Rocha, da OAB-DF; Júlio César, da OAB-MS; Jarbas Vasconcelos, da OAB-PA; Willian Guimarães, da OAB-PI; Juliano Breda, da OAB-PR; Marcelo Bertoluci, da OAB-RS; Andrey Cavalcante, da OAB-RO; Tullo Cavallazi, da OAB-SC; e Paulo Campelo, da OAB-AP, além do presidente da Comissão Nacional de Legislação, Francisco Eduardo Torres Esgaib e do presidente da Comissão Especial de Acompanhamento Legislativo, Carlos Eduardo Gomes Pugliesi e do membro da Comissão de Direito Eleitoral da OAB-PI, Daniel Oliveira. Os dirigentes vem atuando junto às bancadas estaduais na defesa de temas constantes na Agenda Legislativa da OAB. Confira abaixo as principais pautas de interesse da advocacia nacional na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Para ter acesso à Agenda Legislativa 2014 da OAB completa, clique neste link. EXAME DE ORDEM A OAB é a favor do Projeto de Lei 5.054/05 que dá nova redação ao inciso IV do art. 8 do Estatuto da Ordem para estabelecer que para a inscrição como Advogado é necessária aprovação no Exame de Ordem, independentemente de ter exercido ou do exercício em cargos que exijam graduação em direito. A Ordem é contra o Projeto de Lei 6.470/06, que modifica o Estatuto da Ordem concedendo aos bacharéis em direito a possibilidade de optar pelo Exame de Ordem ou estágio de dois anos. Também é contra o PL 5.801/05, que acaba com a exigência do Exame para inscrição na Ordem, o que comprometeria a advocacia em termos técnicos e éticos. Revogar o Exame seria um retrocesso no Brasil. O PL 2.996/08 também é rejeitado pela Ordem, pois permitiria que os candidatos reprovados no Exame prestassem novo Exame somente a partir da etapa em que tenham sido eliminados. Por fim, a instituição é contra a PEC que impede que diplomados em cursos de graduação sejam obrigados a se submeter a avaliações ou registros profissionais instituídos por entidades extraescolares. PRERROGATIVAS DOS ADVOGADOS A Ordem é a favor do Projeto de Lei Câmara 83/08, que criminaliza a conduta de violar direitos ou prerrogativas dos advogados, impedindo ou limitando sua atuação profissional, e prejudicando interesse legitimamente patrocinado. Para a OAB, é necessária discussão melhor do Projeto de Lei Senado 385/13, que altera o Estatuto da Advocacia para transformar em crime a violação de prerrogativas e o exercício ilegal da profissão, além de estabelecer novas infrações para conselheiros e juízes do Tribunal de Ética da OAB que mantenham conduta incompatível com o cargo. SERVIÇOS ADVOCATÍCIOS NO SIMPLES NACIONAL A OAB é a favor da aprovação do Projeto de Lei Complementar 295/13, que altera o Estatuto Nacional das Microempresas e Empresas e Pequeno Porte para incluir os serviços advocatícios que sejam exercidos por micro e pequenas sociedades entre os que podem optar pela tributação do Simples Nacional. ADVOGADO PROFISSIONAL INDIVIDUAL A OAB é a favor da aprovação do PL 4.318/12, que cria a figura do advogado profissional individual e o equipara às sociedades de advogados para efeitos tributários. HONORÁRIOS DIGNOS A OAB é a favor de vários projetos na Câmara e no Senado que garantem honorários dignos aos advogados: o Projeto de Lei Câmara 33/13, que estabelece a imprescindibilidade da presença de advogados nas ações trabalhistas e a fixação dos honorários advocatícios na Justiça do Trabalho; o PL 2.279/11, que obriga o pagamento de honorários de sucumbência aos advogados públicos; o PL 1.626/11, que altera redação de artigo do Código de Processo Civil que proíbe a compensação de honorários advocatícios; o PL 448/99, que altera para mínimo de 15% e máximo de 30% os honorários para advogados que defendam necessitados pela assistência judiciária; o PL 7.714/06, que dispõe sobre o pagamento, pelo Poder Público, de honorários a advogados nomeados para defender réus pobres; e o PL 6.027/05, que determina que o Conselho Seccional da OAB organize uma relação de advogados interessados em prestação de serviços à população carente e envie a lista para a Defensoria Pública e ao Tribunal de Justiça. De acordo com o projeto, a prestação de serviço profissional assegura aos inscritos na OAB o direito aos honorários convencionados, aos fixados por arbitramento judicial e aos de sucumbência. QUINTO CONSTITUCIONAL Entre outros projetos que envolvem o Quinto Constitucional, a Ordem é contra a PEC 262/08, que extingue o Quinto Constitucional (previsto no artigo 94), pelo qual um quinto (20%) das vagas na maioria dos tribunais é preenchido alternadamente a partir de indicações de advogados (feitas pela OAB) e integrantes do Ministério Público (feitas pelo Ministério Público). Também é contra a PEC 488/10, altera a carreira dos defensores públicos no Quinto Constitucional; pela proposta, os defensores públicos deveriam ter acesso aos Tribunais Superiores através do Quinto Constitucional, previsto no art.94 de nossa Carta Maior, assim como já acontece com os membros do Ministério Público e Advogados. A Ordem é contra porque os defensores públicos integram a OAB. CFOAB PROCESSAR E JULGAR INFRAÇÕES A Ordem é a favor do PL 7.682/06, que altera e acrescenta artigos ao Estatuto da Advocacia para atribuir ao Conselho Federal a competência para processar e julgar, originariamente, originariamente, as faltas perante ele cometidas, ou imputadas a membro de sua Diretoria, a Conselheiro Federal ou a Presidente de Conselho Seccional, além dos processos de natureza ético-disciplinar de repercussão nacional sobre dignidade da advocacia e que ultrapasse a base territorial do Conselho Seccional. REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO ESPECIAL A Ordem é contrária à aprovação das PECs 209/12 e 17/13, acerca do recurso especial. A primeira proposta atribui requisito de admissibilidade ao recurso especial no âmbito do STJ, enquanto a segunda altera o artigo 105 da Constituição Federal para dispor que no recurso especial, o recorrente deverá demonstrar a relevância das questões de direito federal infraconstitucional discutidas no caso, nos termos da lei, a fim de que o Tribunal examine a admissão do recurso. REFORMA DO JUDICIÁRIO A Ordem vê pontos positivos e pontos negativos na PEC 358/05, que altera dispositivos de diversos artigos da Constituição Federal, incluindo a necessidade de permanência de 3 (três) anos no cargo para que o magistrado tenha direito à vitaliciedade na função; a proibição a prática de nepotismo nos Tribunais e Juízos; e alterando a composição do STM e incluindo competências para o STF e STJ. CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, CÓDIGO DE PROCESSO PENAL E CÓDIGO PENAL A Ordem é a favor da manutenção das conquistas da advocacia presentes no projeto do novo CPC, mas acredita que precisa haver melhor discussão do Projeto de Lei 8.045/10, do novo Código de Processo Penal, assim como no PL 236/12, que versa sobre a reforma do Código Penal. CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR E CÓDIGO COMERCIAL Para a OAB, os Projetos de Lei acerca da modernização do Código de Defesa do Consumidor precisam de melhor discussão antes de suas aprovações. São eles: PL 281/12, que altera as disposições gerais do Capítulo I do Título I e dispõe sobre o comércio eletrônico; PL 282/12, que altera a disciplina das ações coletivas; e PL 283/12, que altera a disciplina do crédito ao consumidor e dispõe sobre a prevenção do superendividamento. A Ordem também acredita que é preciso uma discussão mais ampla sobre o PL 1.172/11, que institui o Código Comercial. PEC DOS RECURSOS A OAB é contra a PEC 15/11, que altera os arts. 102 e 105 da Constituição para transformar os recursos extraordinário e especial em ações rescisórias. O Conselho Federal aprovou a rejeição ao texto original por unanimidade em 2011. SAÚDE + 10 A Ordem é a favor da aprovação do Projeto de Lei Complementar 321/13, advindo de projeto de iniciativa popular, que prevê a aplicação pela União de montante igual ou superior a 10% de suas receitas correntes brutas em ações e serviços públicos de saúde.
Em liminar, Superior Tribunal de Justiça proíbe Polícia Federal de entrar em greve
Liminar concedida pela ministra Assusete Magalhães, do Superior Tribunal de Justiça, proíbe a Polícia Federal de entrar em greve, sob pena de multa de R$ 200 mil por dia de descumprimento. A categoria ameaça cruzar os braços durante a Copa do Mundo, que começa no dia 12 de junho. Ação foi movida …
OAB apresenta sua Agenda Legislativa 2014 a deputados e senadores
Brasília – Nesta terça-feira (13), o presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, acompanhado de toda a diretoria nacional da entidade, ofereceu um almoço a deputados e senadores. No evento, foi oficialmente apresentada a Agenda Legislativa da Ordem para 2014. Estiveram presentes os presidentes Sergio Freire, da OAB-RN; Luís Viana, da OAB-BA; Homero Mafra, da OAB-ES; Thiago Bonfim, da OAB-AL; Ibaneis Rocha, da OAB-DF; Júlio César, da OAB-MS; Jarbas Vasconcelos, da OAB-PA; Willian Guimarães, da OAB-PI; Juliano Breda, da OAB-PR; Marcelo Bertoluci, da OAB-RS; Andrey Cavalcante, da OAB-RO; Tullo Cavallazi, da OAB-SC; Paulo Campelo, da OAB-AP, além do presidente da Comissão Nacional de Legislação, Francisco Eduardo Torres Esgaib e do presidente da Comissão Especial de Acompanhamento Legislativo, Carlos Eduardo Gomes Pugliesi. Marcus Vinicius saudou a presença dos deputados e senadores e exaltou a importância deles para a democracia. “Não se faz democracia sem política, não se faz democracia sem povo. Tampouco existe sentido para o povo sem seus representantes legítimos. Não há qualquer instituição no mundo, formada por homens, que não tenha problemas. Precisamos preservar as instituições e homenagear aqueles que se dignam e dedicam a representar a sociedade numa democracia”, disse. Entre os parlamentares presentes estavam o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN); o senador Romero Jucá (PMDB-RR), representando o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL); o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Advocacia, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), e o coordenador da mesma, deputado Fabio Trad (PMDB-MS); o relator do projeto de lei do Supersimples, deputado Cláudio Puty (PT-PA); os senadores Valdir Raupp (PMDB-RO) e Pedro Simon (PMDB-RS); deputada Marinha Raupp (PMDB-RO), além dos líderes do PSB, deputado Moreira Mendes (RO); do DEM, deputado Mendonça Filho (PE); e do PPS, deputado Rubens Bueno (PR). Também estiveram presentes Marcelo Terto e Silva, presidente da Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (Anape); Cláudio Neiva Peixoto e Simone Ambrósio, delegado e diretora-geral, respectivamente, da União dos Advogados Públicos Federais do Brasil; os conselheiros do CNJ, Fabiano Silveira e Paulo Teixeira; do CNMP, Esdras Dantas; e os consultores legislativos da OAB, Igor Tokarski, e do Senado Federal, Bruno Dantas. O presidente da OAB Nacional entregou ao deputado Henrique Eduardo Alves e ao senador Romero Jucá uma placa em homenagem e reconhecimento às relevantes conquistas obtidas para a sociedade brasileira. “Esta comenda é prova do apreço da advocacia e da sociedade para com o Congresso Nacional. Enquanto representante da entidade guardiã da Constituição Federal, externo aqui minha gratidão à seriedade com que vossas excelências têm tratado, também, os temas caros à advocacia”, agradeceu. Supersimples O principal tema do encontro foi, sem dúvidas, a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 295/13, que altera o Estatuto da OAB e inclui, na tributação via Supersimples, os serviços advocatícios que sejam prestados por micro e pequenas sociedades constituídas para este fim. “Destaco e agradeço a aprovação do projeto de lei do Supersimples, ocorrida na última semana na Câmara dos Deputados. É uma primeira vitória, mas muito significativa para a sociedade e que contempla os advogados de forma justa e equânime”, agradeceu. O Conselho Federal da OAB, no entanto, pleiteia que a inclusão da atividade advocatícia ocorra na Tabela 4 do Supersimples, e não na 6, conforme aprovado. “A Tabela 6 prevê a alíquota tributária que hoje nós advogados já praticamos, que é de 17%. Pedimos a alteração para a tabela 4, pois somos 800 mil inscritos na OAB, mas apenas 40 mil na forma de pessoas jurídicas. A Tabela 6, desta forma, beneficia somente os grandes advogados. Já a Tabela 4 engloba aqueles que ganham até R$ 5 mil por mês, ou seja, os que realmente necessitam de tratamento diferenciado. Pedimos aos colegas parlamentares que levem em consideração nosso pleito. Haverá um alargamento da base tributária”, defendeu Marcus Vinicius Furtado Coêlho. O deputado Cláudio Puty (PT-SP), relator do Supersimples, declarou apoio ao pedido da OAB. “Na comparação direta vemos que a tributação da Tabela 4 envolve alíquotas consideravelmente menores, o que reforça este pleito da Ordem que tem nosso apoio”, frisou. O presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), por sua vez, elogiou a pauta legislativa da OAB. “Nos tantos temas que se amontoam naquela Casa (Câmara dos Deputados), é imprescindível ter às mãos um roteiro tão completo e organizado como este da Ordem. Nos embasa e nos orienta para, entre outras ações, decidir pleitos importantes como é o do próprio Supersimples”, resumiu. Visão das seccionais Entre os presidentes das seccionais da Ordem, o sentimento era de reconhecimento por parte dos parlamentares. “Uma extraordinária conquista da advocacia brasileira deu-se na semana passada com a inclusão da categoria no sistema Supersimples. Hoje, no almoço com parlamentares do Brasil todo, frisou-se a necessidade da inclusão dentro do anexo correto, que atenda a maioria dos advogados, retirando-os da informalidade, favorecendo não apenas a sociedade brasileira, mas fundamentalmente profissionais com menor poder aquisitivo”, disse o presidente da OAB-RO, Andrey Cavalcante. Opinião compartilhada pelo presidente da OAB-RN, Sérgio Freire. “Temos que ressaltar o trabalho da OAB na significativa vitória na questão do Supersimples. É bom porque atinge 80% da advocacia brasileira, fazendo com que aquele advogado que, na luta do dia a dia não tem um escritório de grande volume financeiro, possa ter a sua legalização como empresa e saia da clandestinidade, atuando como uma pessoa jurídica. Também poderá ter o dia a dia mais simplificado, não apenas pela regularização, mas principalmente pela satisfação que pode dar ao seu cliente na negociação de honorários e consultorias”, comparou. Marcelo Bertoluci, presidente da OAB-RS, também avaliou positivamente o desdobramento do tema. "Foi uma vitória importante, de destaque, e acredito que a conquista da mudança de tabela também virá, pelo que pudemos ver quanto ao empenho dos parlamentares aqui hoje. É um tema de relevância para os advogados, mas que diz respeito a grande parte da sociedade brasileira", previu. Paulo Campelo, presidente da OAB-AP, mostrou-se confiante com a mudança da Tabela 6 para a 4. “A aprovação (do PL do Supersimples) foi fundamental por reconhecer a real situação dos advogados. A mudança das tabelas, por sua vez, beneficiaria em torno de 80% da advocacia brasileira. A presença massiva dos parlamentares aqui hoje mostra que podemos sim estar otimistas”, concluiu. Clique aqui para acessar a galeria de imagens do evento. Confira abaixo as principais pautas de interesse da advocacia nacional na Câmara dos Deputados e no Senado Federal e a posição da Ordem dos Advogados do Brasil em relação a cada uma. Para ter acesso à Agenda Legislativa 2014 da OAB completa, clique neste link. EXAME DE ORDEM A OAB é a favor do Projeto de Lei 5.054/05 que dá nova redação ao inciso IV do art. 8 do Estatuto da Ordem para estabelecer que para a inscrição como Advogado é necessária aprovação no Exame de Ordem, independentemente de ter exercido ou do exercício em cargos que exijam graduação em direito. A Ordem é contra o Projeto de Lei 6.470/06, que modifica o Estatuto da Ordem concedendo aos bacharéis em direito a possibilidade de optar pelo Exame de Ordem ou estágio de dois anos. Também é contra o PL 5.801/05, que acaba com a exigência do Exame para inscrição na Ordem, o que comprometeria a advocacia em termos técnicos e éticos. Revogar o Exame seria um retrocesso no Brasil. O PL 2.996/08 também é rejeitado pela Ordem, pois permitiria que os candidatos reprovados no Exame prestassem novo Exame somente a partir da etapa em que tenham sido eliminados. Por fim, a instituição é contra a PEC que impede que diplomados em cursos de graduação sejam obrigados a se submeter a avaliações ou registros profissionais instituídos por entidades extraescolares. PRERROGATIVAS DOS ADVOGADOS A Ordem é a favor do Projeto de Lei Câmara 83/08, que criminaliza a conduta de violar direitos ou prerrogativas dos advogados, impedindo ou limitando sua atuação profissional, e prejudicando interesse legitimamente patrocinado. Para a OAB, é necessária discussão melhor do Projeto de Lei Senado 385/13, que altera o Estatuto da Advocacia para transformar em crime a violação de prerrogativas e o exercício ilegal da profissão, além de estabelecer novas infrações para conselheiros e juízes do Tribunal de Ética da OAB que mantenham conduta incompatível com o cargo. SERVIÇOS ADVOCATÍCIOS NO SIMPLES NACIONAL A OAB é a favor da aprovação do Projeto de Lei Complementar 295/13, que altera o Estatuto Nacional das Microempresas e Empresas e Pequeno Porte para incluir os serviços advocatícios que sejam exercidos por micro e pequenas sociedades entre os que podem optar pela tributação do Simples Nacional. ADVOGADO PROFISSIONAL INDIVIDUAL A OAB é a favor da aprovação do PL 4.318/12, que cria a figura do advogado profissional individual e o equipara às sociedades de advogados para efeitos tributários. HONORÁRIOS DIGNOS A OAB é a favor de vários projetos na Câmara e no Senado que garantem honorários dignos aos advogados: o Projeto de Lei Câmara 33/13, que estabelece a imprescindibilidade da presença de advogados nas ações trabalhistas e a fixação dos honorários advocatícios na Justiça do Trabalho; o PL 2.279/11, que obriga o pagamento de honorários de sucumbência aos advogados públicos; o PL 1.626/11, que altera redação de artigo do Código de Processo Civil que proíbe a compensação de honorários advocatícios; o PL 448/99, que altera para mínimo de 15% e máximo de 30% os honorários para advogados que defendam necessitados pela assistência judiciária; o PL 7.714/06, que dispõe sobre o pagamento, pelo Poder Público, de honorários a advogados nomeados para defender réus pobres; e o PL 6.027/05, que determina que o Conselho Seccional da OAB organize uma relação de advogados interessados em prestação de serviços à população carente e envie a lista para a Defensoria Pública e ao Tribunal de Justiça. De acordo com o projeto, a prestação de serviço profissional assegura aos inscritos na OAB o direito aos honorários convencionados, aos fixados por arbitramento judicial e aos de sucumbência. QUINTO CONSTITUCIONAL Entre outros projetos que envolvem o Quinto Constitucional, a Ordem é contra a PEC 262/08, que extingue o Quinto Constitucional (previsto no artigo 94), pelo qual um quinto (20%) das vagas na maioria dos tribunais é preenchido alternadamente a partir de indicações de advogados (feitas pela OAB) e integrantes do Ministério Público (feitas pelo Ministério Público). Também é contra a PEC 488/10, altera a carreira dos defensores públicos no Quinto Constitucional; pela proposta, os defensores públicos deveriam ter acesso aos Tribunais Superiores através do Quinto Constitucional, previsto no art.94 de nossa Carta Maior, assim como já acontece com os membros do Ministério Público e Advogados. A Ordem é contra porque os defensores públicos integram a OAB. CFOAB PROCESSAR E JULGAR INFRAÇÕES A Ordem é a favor do PL 7.682/06, que altera e acrescenta artigos ao Estatuto da Advocacia para atribuir ao Conselho Federal a competência para processar e julgar, originariamente, originariamente, as faltas perante ele cometidas, ou imputadas a membro de sua Diretoria, a Conselheiro Federal ou a Presidente de Conselho Seccional, além dos processos de natureza ético-disciplinar de repercussão nacional sobre dignidade da advocacia e que ultrapasse a base territorial do Conselho Seccional. REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO ESPECIAL A Ordem é contrária à aprovação das PECs 209/12 e 17/13, acerca do recurso especial. A primeira proposta atribui requisito de admissibilidade ao recurso especial no âmbito do STJ, enquanto a segunda altera o artigo 105 da Constituição Federal para dispor que no recurso especial, o recorrente deverá demonstrar a relevância das questões de direito federal infraconstitucional discutidas no caso, nos termos da lei, a fim de que o Tribunal examine a admissão do recurso. REFORMA DO JUDICIÁRIO A Ordem vê pontos positivos e pontos negativos na PEC 358/05, que altera dispositivos de diversos artigos da Constituição Federal, incluindo a necessidade de permanência de 3 (três) anos no cargo para que o magistrado tenha direito à vitaliciedade na função; a proibição a prática de nepotismo nos Tribunais e Juízos; e alterando a composição do STM e incluindo competências para o STF e STJ. CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, CÓDIGO DE PROCESSO PENAL E CÓDIGO PENAL A Ordem é a favor da manutenção das conquistas da advocacia presentes no projeto do novo CPC, mas acredita que precisa haver melhor discussão do Projeto de Lei 8.045/10, do novo Código de Processo Penal, assim como no PL 236/12, que versa sobre a reforma do Código Penal. CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR E CÓDIGO COMERCIAL Para a OAB, os Projetos de Lei acerca da modernização do Código de Defesa do Consumidor precisam de melhor discussão antes de suas aprovações. São eles: PL 281/12, que altera as disposições gerais do Capítulo I do Título I e dispõe sobre o comércio eletrônico; PL 282/12, que altera a disciplina das ações coletivas; e PL 283/12, que altera a disciplina do crédito ao consumidor e dispõe sobre a prevenção do superendividamento. A Ordem também acredita que é preciso uma discussão mais ampla sobre o PL 1.172/11, que institui o Código Comercial. PEC DOS RECURSOS A OAB é contra a PEC 15/11, que altera os arts. 102 e 105 da Constituição para transformar os recursos extraordinário e especial em ações rescisórias. O Conselho Federal aprovou a rejeição ao texto original por unanimidade em 2011. SAÚDE + 10 A Ordem é a favor da aprovação do Projeto de Lei Complementar 321/13, advindo de projeto de iniciativa popular, que prevê a aplicação pela União de montante igual ou superior a 10% de suas receitas correntes brutas em ações e serviços públicos de saúde.
OAB participa da posse de Dias Toffoli como presidente do TSE
Brasília – O presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, participou nesta terça-feira (13) da posse do ministro Dias Toffoli como presidente do Tribunal Superior Eleitoral. O magistrado conduzirá a Justiça Eleitoral pelos próximos dois anos. No discurso proferido na cerimônia, Marcus Vinicius destacou o papel do tribunal como guardião da democracia brasileira e seu dever em “garantir a prevalência da soberania popular e a liberdade do voto, em eleições legítimas”. O presidente da OAB reiterou a importância de uma reforma política no Brasil, com intuito de consolidar e aperfeiçoar a democracia da nação. “A reforma política há de ser feita para consolidar e aperfeiçoar a democracia, assegurar a igualdade de condições entre os candidatos, fortalecer e democratizar os partidos políticos, estimular o debate programático, diminuir os custos de campanhas eleitorais, conter o abuso de poder político ou econômico, proteger a probidade administrativa e implementar os instrumentos de democracia direta previstos na Constituição, como referendo e plebiscito”, afirmou. “Trata-se de uma necessária reforma estruturante, olhos postos no futuro do país.” Marcus Vinicius elogiou o esforço de ministros e ministras “que se dedicam à representação da sociedade, fazendo imperar a ordem jurídica democrática”, mas lembrou que é importante a união de esforços para a preservação das instituições da República. “A violência e a imposição necessitam ceder espaço à fraternidade e ao convencimento. O antagonismo, as divergências e os conflitos de interesses devem ser resolvidos no espaço do diálogo regrado da democracia”, frisou. “O Brasil é uma das maiores democracias constitucionais do mundo. Aqui viceja a liberdade de expressão do pensamento, o respeito ao pluralismo político, a observância da harmonia e independência entre os poderes e a máxima eficácia da Constituição da República”, afirmou Marcus Vinicius. “A Constituição é o autêntico projeto de nação brasileira. É o elo que nos une. A efetivação das normas constitucionais garante e amplia a democracia. O princípio da dignidade da pessoa humana, com a implantação dos direitos individuais e sociais, é uma causa democrática. O ser humano é o centro gravitacional de proteção do Estado e da sociedade.” No discurso de posse, o novo presidente do TSE, que sucede o ministro Marco Aurélio Mello, traçou um histórico da Justiça Eleitoral no país e celebrou o mais longo período de estabilidade do Brasil, que possui voto universal com mecanismos modernos e eficientes, como as eleições limpas e o controle de abusos econômicos e de poder nos pleitos. “O povo passou a ser o ator dos desígnios da nação”, afirmou. “Temos agora a Justiça para fiscalizar, não mais a polícia, a razão no lugar da força.” Dias Toffoli listou desafios e metas da Justiça Eleitoral no Brasil. Segundo o novo presidente do TSE, com o aumento da participação popular nas eleições, aumentou também o investimento capitalista, “o que é legítimo, desde que não seja desviado para corrupção, fraude e abusos”. O ministro do STF afirmou ainda que o jogo democrático traz incertezas, mas que a nação é grande para saber lidar com elas. “As novas mídias, por exemplo, ampliaram o espaço da praça pública”, disse. “Temos que repensar as formas de participação popular, tornando mais simples mecanismos como referendos e plebiscitos.” A fragilidade dos partidos políticos e o papel deles como “mediadores exclusivos de acesso ao poder” também foram lembrados pelo ministro. Como metas para sua gestão, Dias Toffoli impôs o Processo Judicial Eletrônico, a elaboração de um novo Código Eleitoral e a criação de uma certidão de nascimento emitida pela Justiça Eleitoral, que centralizaria o cadastro nacional de cidadãos. Estiveram presentes à posse do ministro Dias Toffoli como presidente do TSE, entre outros, a presidente da República, Dilma Rousseff; o vice-presidente do STF, Ricardo Lewandowski; o vice-presidente da República, Michel Temer; o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves; o presidente do Senado, Renan Calheiros; o procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot; o ex-presidente da República José Sarney; ministros do STF, STJ, TSE, TST e membros de diversos órgãos do poder Judiciário, Legislativo e Executivo. APOSIÇÃO DE FOTO Ainda na terça-feira (19), foi realizada a aposição de foto da ministra Cármen Lúcia na galeria de ex-presidentes do Tribunal Superior Eleitoral. A magistrada do STF conduziu o tribunal eleitoral entre abril de 2012 e novembro de 2013, antecedendo o mandato do ministro Marco Aurélio Mello. A cerimônia foi realizada na sede do TSE, em Brasília.
Ministro Dias Toffoli toma posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, tomou posse nesta terça-feira (13/5) na presidência do Tribunal Superior Eleitoral. Caberá a ele comandar a corte durante as eleições deste ano. Seu vice será o ministro Gilmar Mendes, também do STF.
Em seu discurso de posse, Toffoli citou o …
ENA lança segunda turma do Curso de Advocacia Eleitoral
Aracaju (SE) – Nesta terça-feira (13), durante o evento em comemoração ao aniversário da seccional sergipana da OAB – que no último dia 11 de maio completou 79 anos – o diretor-geral da Escola Nacional da Advocacia (ENA), Henri Clay, fez o lançamento da segunda edição do Curso de Advocacia Eleitoral. A partir do dia 19 de maio, será possível realizar as inscrições pelo site da ENA. “A exemplo da primeira edição do curso de advocacia eleitoral, nesta segunda a procura tem sido intensa antes mesmo da abertura das inscrições. O êxito dessa iniciativa superou nossas expectativas e esperamos contribuir, novamente, com conteúdos de alto nível para os advogados”, comentou Henri Clay. O presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, defende a atualização profissional constante dos advogados. “Além de todas as nossas missões com a sociedade, temos a obrigação de cuidar da cultura e das instituições jurídicas. É nossa competência olhar pelo ensino e pelo aprimoramento do Direito”, disse. A exemplo da primeira edição, o curso terá 120 horas-aula divididas em 12 semanas, iniciando-se a partir do próximo dia 09 de junho. A metodologia educacional baseia-se no modelo de Ensino à Distância (EaD), por meio da utilização da Internet para o acesso ao conteúdo programático e às orientações educacionais. Ao todo, seis módulos de conteúdo compõem o currículo. Acesse o site da Escola Nacional de Advocacia (ENA) e veja cronogramas, investimentos, grades curriculares, corpos docentes e condições para participar dos cursos. Além disso, a página disponibiliza palestras e vídeos de eventos passados.
STF restabelece absolvição de acusado de descaminho na Ponte da Amizade
Aplicando o princípio da insignificância, a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal restabeleceu nesta terça-feira (13/5) sentença da 2ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu (PR) que absolveu um homem paraguaio do crime de descaminho.
O homem foi flagrado praticando o chamado “rapel de mercadorias” na Po…
Ex-premiê de Israel é condenado a seis anos de prisão por corrupção
O ex-primeiro ministro de Israel Ehud Olmert, 68, foi condenado nesta terça-feira (13/5) a seis anos de prisão por aceitar subornos em um negócio imobiliário, crime que o juiz David Rozen, do distrito de Tel-Aviv, chamou de “traição”. Primeiro ex-chefe de governo do país a receber sentença crimin…





