Por perder um prazo de duas décadas, a Cia Brazília, antiga dona do terreno onde hoje fica o Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, deixará de receber uma indenização calculada hoje em R$ 17 bilhões da União. O terreno foi desapropriado nos anos 1940 pela União para a construção do…
Arquivos Mensais:setembro 2013
Mercado Jurídico: Nova Legal 500 destaca grandes bancas brasileiras
Na mesma semana em que foi lançado o guia Chambers Latin America 2014, a The Legal 500 apresentou suas publicações sobre toda a América Latina. No guia sobre o Brasil, a Legal 500 dá destaque às grandes bancas brasileiras. Machado, Meyer, Sendacz e Opice; Pinheiro Guimarães; Pinheiro Neto; e Souz…
Acordo homologado na Justiça do Trabalho não pode ser revisto
Acordo homologado na Justiça faz coisa julgada, por isso não pode ser revisto, desde que o trabalhador tenha participado efetivamente da negociação. Com esse entendimento, a 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho deu provimento a recurso interposto pela Celesc Distribuição, em Santa Catarina, …
OAB divulga resultado final da 1ª fase do XI Exame
Brasília – O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nesta terça-feira (17) o resultado definitivo da primeira fase (prova objetiva) do XI Exame de Ordem Unificado, incluindo os resultados dos recursos interpostos. A relação hoje divulgada traz os nomes dos candidatos aprovados conforme inscrição por Seccional, cidade de inscrição, número de inscrição e nome do examinando por ordem alfabética. A prova prático-profissional ou etapa subjetiva – para a qual só se submeterá o candidato que foi aprovado nesta primeira fase – será realizada no dia 6 de outubro deste ano. O Exame de Ordem pode ser prestado por bacharel em Direito, ainda que pendente apenas a sua colação de grau, formado em instituição regularmente credenciada. Podem realizá-lo os estudantes de Direito do último ano do curso de graduação em Direito ou do nono e décimo semestres. A aprovação é requisito necessário para a inscrição nos quadros da OAB como advogado, conforme estabelece o artigo 8º, IV, da Lei 8.906/1994. Veja aqui o resultado definitivo da 1ª fase do XI Exame de Ordem Unificado
Escritório de advocacia recebe R$ 106 mil por atraso na entrega de imóvel
Três construtoras foram condenadas a pagar R$ 106.767 ao escritório Morais, Donnangelo, Toshiyuki e Gonçalves Advogados Associados por atraso na entrega de salas comerciais compradas pela banca. A demora se deu por conta de irregularidade na documentação do empreendimento junto à prefeitura de Sã…
Damous assume CNDH comprometido com a defesa das minorias
Brasília – O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Furtado empossou, na tarde desta terça-feira (17), no edifício-sede, os membros da Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) e da Coordenação do Sistema Internacional de Proteção dos Direitos Humanos (COSIPDH). Na ocasião, Marcus Vinicius, falou sobre os temas diversificados que a Comissão é responsável, como a desmilitarização das políticas, os problemas carcerários, a questão indígena e muitos outros. “A Comissão trata de temas complexos, que ofendem os direitos humanos. Ela defende valores indispensáveis ao Estado Democrático de Direito”. Marcus Vinicius destacou, ainda, do trabalho fundamental que a Comissão prestará em temas de fundamental importância, como no auxílio e busca de soluções para o caos carcerário brasileiro, o grave cenário manicomial judicial – que estabelece uma verdadeira prisão perpétua aos internos -, e especialmente, da atenção e do direito das vítimas de crimes. A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Maria do Rosário, destacou que a força de mobilização da OAB, junto com outras entidades da sociedade civil, colaborou para o renascimento do Conselho de Defesa de Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), criado há quase 50 anos pelo ex-presidente João Goulart. “A Comissão de Direitos Humanos da OAB contribuiu para esse trabalho”. Ao ser empossado como presidente da Comissão, o advogado Wadih Nemer Damous Filho, disse que o compromisso será o de honrar o trabalho de todas as gerações de grandes juristas brasileiros como Sobral Pinto, que lutou pelos direitos humanos. “Vamos trabalhar em conjunto com as Comissões das seccionais da OAB e com entidades da sociedade civil que estão ligadas diretamente ou indiretamente aos direitos humanos”. Também estiveram na cerimônia o subprocurador-geral da República Moacir Mendes Sousa, o presidente da OAB-RJ, Felipe Santa Cruz e o secretário-geral da OAB Nacional, Cláudio Pereira de Souza Neto. Conheça os membros a CNDH e a COSIPDH. Segue a declaração de Wadih Damous sobre os objetivos e metas que pretende desenvolver durante a sua gestão na presidência da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB: “A Comissão Nacional de Direitos Humanos é uma das comissões permanentes mais importantes da Ordem dos Advogados do Brasil. No artigo 44, I, do Estatuto da OAB, os Direitos Humanos se enquadram como finalidade precípua do Conselho Federal da Ordem. Dar amplitude a execução de tal objetivo é tarefa dos membros da CNDH. E a gestão 2013/2015 terá que cumprir esse desafio, aliás, deve retomar o protagonismo da OAB na discussão do tema perante toda a sociedade. Vivenciamos um período de grandes ofensas aos Direitos Humanos. A atual conjuntura do país demonstra que conquistas de garantias fundamentais estabelecidas na Constituição de 1988, ainda necessitam de muito esforço para a sua concretude. O período é de amplo ataque ao direitos civis, até mesmo em diversos espaços do Estado. Na vida política, observamos ataques cotidianos ao Estado Laico e a tentativa de imposição de códigos morais religiosos no ordenamento jurídico. Ainda nessa trilha, setores conservadores se mobilizam constantemente para afastar os trabalhos elementares das comissões da verdade, numa busca desenfreada em esconder as atrocidades cometidas durante a ditadura militar. O negro, a mulher, a comunidade LGBT, os povos indígenas e os movimentos sociais organizados estão vivenciando um período difícil de ofensas em ralação às suas especificidades. E nesse sentido, a CNDH se apresenta para assumir fielmente o seu caráter de defesa dos valores indispensáveis ao Estado Democrático de Direito, sempre contribuindo com o Conselho Federal da OAB naquilo que lhe compete e, primordialmente, buscando dar respostas a tudo aquilo que a sociedade civil organizada espera de todos nós. Como dito no início, a máxima tarefa da gestão atual da CNDH será retomar o tema dos Direitos Humanos para o cotidiano do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, de sua Diretoria e do nosso Presidente. Objetivos e metas da Comissão Pautar o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, a sua Diretoria e o Presidente em todos os assuntos ligados à temática dos Direitos humanos no país. Retomar a visibilidade social da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB com a articulação juntos aos movimentos sociais e demais órgãos do Estado que atuem sobre o tema. Receber notícias e reclamações de violações de direitos humanos, procedendo a abertura de sindicância e entrevista dos interessados ou adotando quaisquer outros procedimentos adequados para a elucidação dos fatos, incluindo a proposição de encaminhamentos ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. A Comissão poderá se utilizar de ações conjuntas com o Ministério Público Federal ou Estaduais, as Secretarias de Segurança e de Justiça, o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana do Ministério da Justiça, e demais órgãos congêneres dos Estados e Municípios ou de entidades comunitárias, independentemente das diligências internas. Elaborar trabalhos escritos, fazer visitas e inspeções, emitir pareceres, promover seminários, palestras, pesquisas e outras atividades que estimulem o estudo, a divulgação e o respeito aos direitos humanos, bem como promovam as denúncias de todos os atos atentatórios ao tema. Manter permanente contato com as Comissões de Direitos Humanos das Seccionais, informando-as das denúncias e queixas de violações de direitos humanos, que lhe forem competentes ou que possam ser objetos de trabalho em conjunto, bem como acompanhar as suas principais atividades. Colaborar com o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, propondo pautas de atuação e subsidiando a indicação do membro da OAB. Estabelecer amplo diálogo com todas as Comissões de Direitos Humanos do Poder Legislativo, com a Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República e todos os órgãos de idêntica natureza dentro do Estado. Cooperar e promover intercâmbio com outras organizações da sociedade civil organizada em cujos objetivos se inclua a defesa dos direitos humanos. Metas Organizar Seminário Nacional de Direitos Humanos em parceria com a Comissão Nacional da Verdade da OAB para a instalação pública dos trabalhos a ser realizado no mês de agosto de 2013. Organizar reuniões mensais com a garantia de todos os membros da Comissão Nacional de Direitos Humanos. Estabelecer parceria prioritária com os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade das OAB. Organizar o projeto da Conferência Internacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil. Pautar assuntos relacionados à Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB no Conselho Federal da OAB e dar resposta imediata a todos os processos enviados à Comissão. Para atingir os seus objetivos e metas, a Comissão Nacional de Direitos Humanos contará com cronograma de reuniões ordinárias e instrumentos de comunicação entre os seus membros que facilitarão a constante interação entre os seus membros. A Comissão Nacional de Direitos Humanos se reunirá mensalmente na mesma data das reuniões do Conselho Federal da OAB. Diante de todos os desafios da comissão, apresentamos o presente plano de trabalho para a Diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil com o escopo de resgate dos Direitos Humanos como uma pauta prioritária e coerente com o protagonismo da Ordem dos Advogados do Brasil. Wadih Damous Presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da OAB
Thiago de Pádua: Disputa jurídico-televisiva parece duelo de cowboys
O presente artigo cuida de fazer algumas indagações e questionamentos acerca das transmissões ao vivo das sessões de julgamento do Supremo Tribunal Federal pela TV Justiça, quedando-se menos em oferecer respostas fatais e definitivas, vale dizer, centrando-se primacialmente em refletir sobre um f…
Serviço de valet não pode ser responsabilizado por roubo à mão armada
O serviço de valet prestado por restaurantes não pode ser comparado àquele oferecido por empresas que fornecem estacionamento aos clientes como um diferencial no atendimento. Por ser um serviço prestado em via pública, não gera responsabilidade em caso de roubo à mão armada. A decisão é da 3ª Tur…
STJ treina servidores para agilizar processos envolvendo telefonia
A Seção de Educação e Desenvolvimento Técnico-Jurídico do Superior Tribunal de Justiça deu início nesta segunda-feira (16/9) a um treinamento para capacitar servidores e estagiários para lidar com processos envolvendo contratos de telefonia.
Atualmente, o tema representa o segundo maior número d…
Marcelo Ribeiro: Cabimento dos Embargos Infringentes é questão técnica
O assunto da semana, quem sabe do mês, quiçá do ano, é o que o Supremo Tribunal Federal decidirá a respeito do cabimento dos embargos infringentes na Ação Penal 470, o conhecido “mensalão”. Caberá ao decano da Corte, ministro Celso de Mello, desempatar a votação e, assim, resolver a questão.
Ass…
Presidente entrega proposta da OAB SP na Audiência Pública sobre a LOPGE
O presidente da OAB SP, Marcos da Costa, participará neta terça-feira (17/09), às 15 horas, de audiência pública – na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo – na qual serão debatidos os aspectos da nova Lei Orgânica da Procuradoria Geral do Estado (LOPGE). Trata-se do projeto de Lei Complementar nº 25/2013, do Poder Executivo paulista, que atualmente está sob análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação do Legislativo estadual.
Notícias da Justiça e do Direito nos jornais desta terça-feira
A extinção dos embargos infringentes em ações penais no Supremo Tribunal Federal foi expressamente rejeitada pela Câmara dos Deputados em 1998 durante uma tentativa de modificar a lei 8.038 de 1990. A proposta foi discutida no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Os então ministros…
Advogados e promotores cometem erro de ignorar suas próprias testemunhas
Há um erro grave que muitos advogados e promotores, mesmo os mais experientes, cometem no tribunal do júri: ignorar suas próprias testemunhas. Na inquirição direta, eles fazem uma pergunta e, quando a testemunha começa a respondê-las, eles tiram os olhos dela. Passam a olhar suas anotações, a con…
PGR entra com ação no STF contra regra que limita casamento de militares
A Procuradoria-Geral da República entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal contra o dispositivo do Estatuto dos Militares que proíbe o casamento para quem esteja em curso de formação de oficiais, de graduados e de praças.
Em Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, a PGR diz qu…
Nulidade de acórdão por falta de fundamentação em ADI tem repercussão geral
O Plenário Virtual do Supremo Tribunal Federal reconheceu a repercussão geral de discussão sobre a validade de acórdão cuja suficiência da fundamentação em relação a análise de constitucionalidade de norma contestada via Ação Direta de Inconstitucionalidade estadual é contestada. No Recurso Extra…





