A pandemia acelerou a reestruturação física de várias bancas do Direito, adequando às novas demandas de clientes e do mercado. O atendimento por videoconferência e o trabalho em home office exigem experiência e resposta rápida.
Para otimizar o espaço físico, a banca Paulo Sergio João Advogados…
Arquivos Mensais:março 2021
Manutenção pode provocar indisponibilidade em sistemas do CNJ
O Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação do Conselho Nacional de Justiça (DTI/CNJ) informa que vai fazer uma manutenção programada em sua infraestrutura que causará indisponibilidade momentânea em alguns sistemas nesta quinta-feira (11/3).
Divulgação
A manutenção está pr…
Citação da primeira demandada é válida para interromper prescrição
Em sessão ordinária realizada por videoconferência, a Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais decidiu, por maioria, negar provimento ao incidente de uniformização interposto pela União, nos termos do voto da juíza federal Isadora Segalla Afanasieff.
Foi fixada a seguint…
Nota de pesar: Thiago José Renacir Marcondes
A OAB Nacional manifesta profundo pesar pelo falecimento do
advogado Thiago José Renacir Marcondes, vítima da convid-19. O advogado atuou
como membro da Comissão da Advocacia Dativa, da Comissão de Prerrogativas
Profissionais, da Comissão de Métodos Alternativos de Resolução de Conflitos e do
projeto “OAB vai à Escola”. Também presidiu a Comissão da Jovem Advocacia
(gestão 2016-2018).
Thiago José Renacir Marcondes era filho do também advogado
José Renacir Marcondes e irmão da advogada Tathiana Marcondes.
Nesse momento de consternação, o Conselho Federal se une à
OAB Paraná e presta sua solidariedade aos familiares e amigos.
Com informações da OAB-PR
OAB pedirá à PGR e ao STF omissão de Bolsonaro na pandemia
Conselho da OAB pede à PGR e ao STF que atuação de autoridades no combate à Covid-19 seja investigada
O Conselho Pleno da OAB Nacional aprovou, por unanimidade, uma proposta de levar ao STF e à PGR pedido de investigação sobre as responsabilidades do presidente da República, do ministro da…
Inteligência artificial está em metade dos tribunais, aponta estudo
Cerca de metade dos tribunais brasileiros possui projetos de inteligência artificial operantes ou em desenvolvimento; em sua maioria, a partir do trabalho feito por equipes próprias. É o que aponta o relatório da pesquisa “Tecnologia Aplicada à Gestão dos Conflitos no Âmbito do Poder Judiciário B…
PGR pede que inquérito do STJ contra lavajatistas seja suspenso
A Procuradoria-Geral da República pediu nesta terça-feira (9/3) a suspensão de um inquérito aberto pelo Superior Tribunal de Justiça para apurar se ministros da corte foram ilegalmente investigados por procuradores da “lava jato” de Curitiba.
PGR pediu suspensão de inquérito no STJ
A s…
Rizzotto: A dupla nacionalidade e o risco de virar estrangeiro
O fechamento de fronteiras e as restrições às viagens internacionais reduziram drasticamente a liberdade de circulação de pessoas durante a pandemia global da Covid-19. A aquisição de outra nacionalidade, com a consequente obtenção de um segundo passaporte, tornou-se possibilidade considerada por…
STF invalida lei que autoriza armas a agentes penitenciários inativos
O Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucionais dispositivos da Lei Complementar estadual 472/2009 de Santa Catarina que autorizavam o porte de arma para agentes de segurança socioeducativos e agentes penitenciários inativos. Por maioria de votos, a Corte acolheu argumento da Procuradoria-G…
Santa Cruz recebe o Manifesto Vida Acima de Tudo
O presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz, recebeu
virtualmente, nesta terça-feira (9), o Manifesto Vida Acima de Tudo que conclama
por atenção à vida e para que o Estado brasileiro assuma de modo responsável a
gestão da crise instaurada com a pandemia da covid-19. A Carta Aberta à
Humanidade, que integra o documento, conta atualmente com mais de 100 mil
assinaturas.
Santa Cruz recebeu o documento e disse que irá encaminhar
para apreciação do Conselho Pleno da OAB Nacional. “Estamos em batalha por
sobrevivência física dos nossos irmãos brasileiros, mas também da nossa
democracia. Estou entre aqueles que entendem que o cenário envolve crimes e
violações internacionais da nossa política sanitária e de defesa dos direitos
humanos. Recebo o manifesto e o levarei na sequência ao nosso Conselho Pleno. A
quem interessa esse caos senão aqueles que servem à agenda da morte, à ruptura
do sistema democrático e à luta contra a vida?”, indagou o presidente.
O bispo Dom Mauro Morelli fez a entrega simbólica do
manifesto a Santa Cruz. “Estamos falando exatamente o que discutimos na 19ª conferência
da OAB, realizada em Florianópolis, em setembro de 1985. Queremos uma República
em que o poder esteja a serviço da cidadania, sem exclusão, sem preconceitos.
Somos capazes de caminhar em um sadio e harmonioso pluralismo, comprometidos em
resgatar a esperança. O poder é um serviço, e não um meio de ganhar a vida.
Queremos, através dessa entrega ao senhor, apresentar esse documento ao coração
da advocacia”, disse.
A advogada Carol Proner fez considerações acerca dos
aspectos jurídicos da luta a favor do combate à pandemia, inclusive com ações
instauradas no exterior. “A Carta à Humanidade é um desabafo importante e que
em nenhum momento comete irresponsabilidades. Pelo contrário, alerta para as
que são e foram cometidas até aqui, e que levamos ao Tribunal Penal
Internacional”, resumiu.
Em seguida falou o cientista Miguel Nicolelis, que integrou
o Consórcio Nordeste de combate à Pandemia. “O Brasil hoje se transformou no
maior laboratório a céu aberto do vírus, onde ele se varia e se transmuta em
variáveis mais perigosas e letais. Essa é, sem dúvidas, a maior crise sanitária
da história brasileira. Se não tivermos um manejo correto dessa pandemia – e
acredito que o governo não quer e não tem condições – e um lockdown nacional,
poderemos ter o dobro de vidas perdidas até o fim do ano, com mais de 3 mil
mortes por dia até o fim de março”, alertou.
Veja, abaixo, a íntegra do manifesto:
MANIFESTO VIDA ACIMA DE TUDO
CARTA ABERTA À HUMANIDADE
“Vivemos tempos sombrios, onde as piores pessoas perderam o
medo e as melhores perderam a esperança.” Hannah Arendt
O Brasil grita por socorro.
Brasileiras e brasileiros comprometidos com a vida estão
reféns do genocida Jair Bolsonaro, que ocupa a presidência do Brasil junto a
uma gangue de fanáticos movidos pela irracionalidade fascista.
Esse homem sem humanidade nega a ciência, a vida, a proteção
ao meio ambiente e a compaixão. O ódio ao outro é sua razão no exercício do
poder.
O Brasil hoje sofre com o intencional colapso do sistema de
saúde. O descaso com a vacinação e com as medidas básicas de prevenção, o
estímulo à aglomeração e à quebra do confinamento, aliados à total ausência de
uma política sanitária, criam o ambiente ideal para novas mutações do vírus e
colocam em risco os países vizinhos e toda a humanidade. Assistimos
horrorizados ao extermínio sistemático de nossa população, sobretudo dos
pobres, quilombolas e indígenas.
O monstruoso governo genocida de Bolsonaro deixou de ser
apenas uma ameaça para o Brasil para se tornar uma ameaça global.
Apelamos às instâncias nacionais – STF, OAB, Congresso
Nacional, CNBB – e às Nações Unidas. Pedimos urgência ao Tribunal Penal
Internacional (TPI) na condenação da política genocida desse governo que ameaça
a civilização.
Vida acima de tudo.
Gilmar vota por considerar Moro suspeito e anular ação do tríplex
“O combate à corrupção é fundamental, mas deve ser feito dentro dos moldes legais, observando o devido processo legal. Não se combate o crime praticando crime”. Com esse entendimento, o ministro Gilmar Mendes votou, nesta terça-feira (9/3), por declarar o ex-juiz Sergio Moro suspeito para julgar …
TJ-SP suspende contracautela exigida da organizadora da Fórmula 1
O Judiciário não deve interferir nas políticas públicas do Executivo, mas apenas verificar se houve alguma ilegalidade no ato administrativo. Com esse entendimento, o desembargador Leonel Costa, da 8ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, suspendeu a contracautela acima d…
OAB aprova pedido de investigação contra omissões do Governo Federal e demais autoridades no enfrentamento à pandemia
O Conselho Pleno da OAB Nacional aprovou, por unanimidade, uma proposta para levar ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido de investigação sobre as responsabilidades do Presidente da República, do ministro da saúde e de toda e qualquer autoridade pública acerca de ações e omissões no combate à pandemia da covid-19. Em sessão extraordinária, realizada nesta terça-feira (9), os conselheiros federais também aprovaram o ajuizamento de uma ação no STF para obrigar a União a comprar vacinas contra o coronavírus e a criação de um observatório para acompanhar o processo de vacinação no país.
O presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz, destacou que é preciso buscar, de forma imediata, ações e medidas que obriguem as autoridades públicas a cumprir as suas funções no combate à pandemia. “A doença é um fato da ciência, não importa a matriz ideológica das pessoas. A sociedade espera isso da OAB, medidas concretas, inclusive de responsabilização de autoridades que não cumprem a sua missão. Temos que discutir um sistema de compra de vacinas e as falhas na previsão de vacinas. O Brasil vive um drama humanitário especial, uma situação de descalabro que países mais pobres não vivem e não estão tendo que enfrentar. Vamos ouvir e debater representações e demais iniciativas”, disse.
A sessão extraordinária do Conselho Pleno foi convocada para debater exclusivamente proposições para auxiliar na prevenção, na contenção e no combate ao coronavírus. Desde o início da pandemia, a OAB tem atuado para garantir o cumprimento do preceito constitucional de acesso à saúde e de preservação da vida, inclusive com decisões favoráveis de ações junto ao STF como a que garante a autonomia de Estados e Municípios na adoção de medidas de enfrentamento à pandemia.
O conselheiro Juliano Breda (PR) apresentou a proposta para que a Ordem encaminhasse pedido de uma ampla investigação pública à PGR e ao STF para apurar responsabilidades, administrativa e criminal, do presidente da República, do ministro da saúde e de demais agentes públicos por ações equivocadas ou omissões no combate à pandemia.
“Não se trata de uma disputa política ou ideológica. É uma escolha entre a barbárie e a civilização, entre a ignorância e a ciência, entre o ódio e a solidariedade, a defesa da vida ou a apologia da morte. Estamos vivendo uma tragédia social dramática e a OAB cumpre dessa forma o seu papel. A Ordem tem o dever de exigir a responsabilização das nossas mais altas autoridades”, defendeu Juliano Breda.
Além disso, os conselheiros federais aprovaram uma proposta feita pela bancada do Distrito Federal. O presidente da OAB-DF, Délio Lins e Silva, ressaltou que a prioridade máxima tem que ser a compra de mais vacinas e a vacinação em massa da população. Délio explicou que liminares permitindo que empresas comprem os imunizantes são inócuas, porque apenas o Governo Federal consegue comprar as vacinas neste momento. Dessa forma, a ideia é ingressar com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) para obrigar a compra das vacinas pelo Governo Federal.
“Sem o Governo Federal agir ou se mobilizar para comprar as vacinas, não vamos chegar a lugar nenhum. Tudo o que se faz hoje é paliativo. A nossa proposta é que a Ordem ingresse com uma ADPF, já que estão sendo desrespeitados preceitos fundamentais, com o direito à vida e o direito à saúde, para obrigar o Governo Federal a comprar as vacinas. Hoje, o governo é a única pessoa (física ou jurídica) que pode fazer a compra dos imunizantes”, afirmou o presidente da OAB-DF.
Ainda no debate sobre ações concretas no combate à pandemia, o Conselho Pleno aprovou uma proposta de Santa Catarina para a criação de um observatório para acompanhar a vacinação em todo o país. A medida vem sendo adotada pela OAB-SC e agora será replicada em âmbito nacional. O conselheiro federal Paulo Brincas (SC) explicou como o grupo funciona.
“A experiência de Santa Catarina vem sendo muito exitosa. Junto com outras entidades, temos um sistema próprio de contato com as autoridades municipais e estaduais e também um sistema para recebimento de denúncias. Monitoramos em tempo real o número de vacinas que chegam ao estado e a aplicação das doses, podendo instruir denúncias de quebra de ordem das prioridades e outras intercorrências. Essa medida pode ser replicada em âmbito nacional”, avaliou Paulo Brincas.
O presidente nacional da OAB anunciou ainda a criação de um grupo de notáveis que vai auxiliar a diretoria em estudos e ações jurídicas que podem ser adotadas pela Ordem. O grupo será presidido pelo ex-presidente do STF, Ayres Britto, e contará ainda com advogados e juristas renomados. Fazem parte do grupo Cléa Carpi, Siqueira Castro, Nabor Bulhões, Geraldo Prado, Miguel Reale Jr., Antônio Carlos de Almeida Castro (Kakay) e Marta Saad.
Ao avaliar o resultado da reunião, Santa Cruz realçou que “o país vive um momento dramático, e a advocacia está fazendo seu trabalho, cumprindo sua missão. Temos farto material para que, com essas ações aprovadas pelo Conselho, PGR e STF deem resposta ao que estamos apontando – a completa falta de gestão da pandemia em nível federal, a verdadeira campanha anti-ciência e de boicote a medidas sanitárias básicas, o descaso com a compra de vacinas e com a coordenação de oferecimento dos leitos necessários ao enfrentamento dessa situação trágica. O momento é de ação, de fazer com que as autoridades cumpram seu papel e respeitem a Constituição, que garante o direito à vida e à saúde”.
STJ mantém desbloqueio de bens da Odebrecht após leniência
A Petrobras, na condição de litisconsorte ativo superveniente em ação de improbidade ajuizada pela União contra investigados da “lava jato”, não pode pretender poderes de parte para se opor ao levantamento de bloqueio judicial de bens contra empresas do Grupo Odebrecht, decorrente de acordo de le…
Souza Neto: A ADI n° 6119 e a posse de armas de fogo no Brasil
A ADI n° 6119 encontra-se na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) desta quinta-feira (11/3). Por meio da ação, busca-se obter do STF interpretação conforme a Constituição do requisito da “efetiva necessidade” para a posse de armas de fogo, estabelecido no artigo 4, caput, da Lei n° 10.826, de …





