Frank Aguiar se responsabilizou por direitos autorais do repertório que gravou. Divulgação
O “cãozinho dos teclados” Frank Aguiar está impedido de fazer shows e o Ecad deve depositar os valores que ele receber de direitos autorais pela execução de suas músicas em juízo. Trata-se de uma dí…
Arquivos Mensais:junho 2019
Fala de Moro foi “espetáculo de diversionismo”, diz jornalista
O depoimento de Sergio Moro, ex-juiz da “lava jato” e ministro da Justiça, ao Senado foi um “belo espetáculo de diversionismo”, comenta o jornalista Rodrigo Haidar, colunista de assuntos de Justiça da rádio Band News FM.
Em depoimento ao Senado, Moro diz que não se deve discutir o que ele di…
TRF-4 absolve Bendine de lavagem, mas mantém pena por corrupção
A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (PR, SC e RS) absolveu nesta quarta-feira (19/6) Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras, do crime de lavagem de dinheiro, mas manteve a condenação por corrupção passiva. Assim, a pena dele passou de 11 anos de reclusão…
Justiça atende OAB e suspende inquérito que viola prerrogativas de dirigentes da Ordem no Rio
A Justiça do Rio de Janeiro atendeu a pedido da OAB e concedeu liminar suspendendo inquérito que perseguia dirigentes da Ordem e buscava obrigá-los a prestar esclarecimentos em flagrante desrespeito ao Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil. A liminar foi concedida pelo juiz Paulo Roberto Sampaio Jangutta, da 41ª Vara Criminal do Rio de Janeiro. O presidente da OAB-RJ, Luciano Bandeira, e os dirigentes Victor Almeida Martins, Marcelo Augusto Lima de Oliveira e Raphael Capelleti Vitagliano, que são respectivamente, presidente, tesoureiro e subprocurador-geral de prerrogativas da OAB-RJ, foram alvo do inquérito.
O presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz, saudou a decisão da justiça fluminense. “A decisão é extremamente importante, pois preserva e reafirma a prerrogativa dos advogados, que é essencial para o direito de defesa e para o cidadão, além de reconhecer o insubstituível papel da OAB na defesa dos advogados e do Estado de direito”, disse. O presidente da OAB-RJ reforçou que a entidade continuará a trabalhar em defesa das prerrogativas da advocacia. “O devido respeito a representação institucional da advocacia. Vamos continuar defendendo as prerrogativas da advocacia”, disse o dirigente fluminense.
O inquérito policial foi embasado no fato de que os dirigentes da OAB-RJ, quando da realização de atividades corriqueiras da advocacia em prol da defesa de prerrogativas violadas das advogadas Carolina Araújo Braga Miraglia de Andrade e Mariana Farias Sauwen de Almeida, teriam supostamente incorrido em irregularidades. Entretanto, todos os dirigentes da OAB citados no inquérito agiram resguardados pela inviolabilidade de seus atos e manifestações, considerando sua indispensabilidade à administração da justiça.
“A decisão de suspender a investigação foi acertada e respeitou um dos pilares que sustentam o Estado democrático de direito pelo qual tanto lutamos, que é o livre exercício da advocacia em defesa do cidadão. É preciso assegurar o livre exercício da advocacia em qualquer esfera, garantindo que suas prerrogativas sejam sempre respeitadas. As prerrogativas são do cidadão e quando elas são protegidas a sociedade ganha muito, pois tem assegurado seu direito à Justiça”, disse a procuradora nacional de defesa das prerrogativas da OAB, Karol Carvalho.
O procurador nacional adjunto, Fernando Augusto Henrique Fernandes, salientou a importância do pedido feito pela OAB. “O Conselho Federal agiu prontamente diante de um ataque à independência da Ordem dos Advogados na pessoa do presidente da seccional do Rio de Janeiro e do presidente da comissão que defendiam prerrogativas de colegas. A decisão reconhece a importância da missão da advocacia para a existência da Justiça”, afirmou.
Partido questiona no STF reorganização de ministérios do governo
A Rede Sustentabilidade apresentou ao Supremo Tribunal Federal, nesta quarta-feira (19/6), duas ações que questionam a Medida Provisória 866, publicada hoje, que alterou a estrutura administrativa do governo federal.
Rede questiona no Supremo MP da estrutura administrativa.
Na Ação Dire…
No Senado, Moro defende que conversa com procuradores é “normal”
Após mais de oito horas de audiência, chegou ao fim a sessão em que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, prestou esclarecimentos sobre as supostas mensagens trocadas com procuradores da operação “lava jato” quando ainda era juiz em Curitiba. O material foi revelado pelo site Th…
Comissão de Direitos Sociais da OAB toma posse com a presença de ministros do TST
A defesa e o fortalecimento da Justiça do Trabalho, as discussões sobre possíveis inconstitucionalidades da reforma trabalhista e a salvaguarda da proteção e da saúde dos trabalhadores serão os principais temas de atuação da Comissão Nacional de Direitos Sociais da OAB, que tomou posse oficialmente, nesta quarta-feira (19), na sede do Conselho Federal, em Brasília.
O colegiado será presidido no próximo triênio (2019-2021) pelo Conselheiro Federal e ex-presidente da OAB-MG, Antônio Fabrício Gonçalves. A posse solene da comissão contou com a presença dos ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Maurício Godinho e Delaíde Arantes; do Membro Honorário Vitalício, Cezar Brito e do vice-presidente nacional da OAB, Luiz Viana; além de diversas autoridades e entidades de defesa dos direitos sociais e trabalhistas.
Antônio Fabrício destacou a importância da atuação do colegiado, principalmente no estudo e na orientação de futuras ações do Conselho Federal em defesa da Justiça do Trabalho e de pautas sociais. “As questões trabalhistas têm que ser enfrentadas de maneira articulada e conjunta com outras entidades. Por isso a presença de tantos parceiros e colegas. Isso demonstra que a nossa linha vai ser de seguir trabalhando em conjunto com aqueles que defendem a Constituição, os direitos trabalhistas e a justiça do trabalho”, destacou.
A ministra Delaíde Arantes afirmou que a Comissão de Direitos Sociais cumprirá um papel relevante, principalmente em um momento de ataque aos direitos trabalhistas. “Fico feliz quando posso observar representação de praticamente todos os Estados da Federação na Comissão de Direitos Sociais. É um momento em que precisamos estar juntos e lutando em defesa da democracia, dos direitos sociais, da Justiça do Trabalho e das nossas instituições”.
Já o ministro Mauricio Godinho destacou que a comissão e a OAB têm responsabilidades com a defesa da sociedade brasileira. “O direito exerce um papel fundamental na civilização humana e essa comissão certamente vai exercer um papel de liderança para toda a comunidade trabalhista. O sucesso de uma nação se faz pela presença de instituições e pessoas bem vocacionadas”.
“Muito importante ter hoje aqui ministros, juízes e procuradores para demonstrar mais uma vez que estamos juntos. O que é verdadeiramente relevante é a defesa da Justiça do Trabalho e dos direitos sociais presentes na Constituição Federal. Isso aproxima advocacia, magistratura e Ministério Público do Trabalho. Teremos na comissão um ambiente de discussão que possa orientar as ações da diretoria e do Conselho Federal em defesa da Democracia”, afirmou o vice-presidente da OAB, Luiz Viana.
A diretoria de Comissão de Direitos Sociais da OAB é formada ainda pelo vice-presidente, Marthius Savio Cavalcante Lobato; pelo secretário, Wander Medeiros Arena da Costa e pela secretária-adjunta, Maria Cristina Carrion Vidal de Oliveira. Também participaram da cerimônia representantes da Anamatra, Abrat, IAB, Amatra 10, ABJD, AATSP, ADJC, Comissão Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Frente da Mulher Negra do DF e Entorno.
Justiça aceita pedido de recuperação judicial da Odebrecht
A Justiça de São Paulo aceitou o pedido de recuperação judicial do Grupo Odebrecht. A holding controladora e mais 19 empresas do grupo deverão apresentar um plano de recuperação em até 60 dias. Serão renegociadas dívidas em um total de R$ 51 bilhões, excluindo dívidas entre as próprias empresas d…
Morre Alvino Augusto de Sá, professor da USP
Morreu nesta terça-feira (18/6) o professor Alvino Augusto de Sá, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Augusto de Sá ministrava aulas no Departamento de Direito Penal, Medicina Forense e Criminologia.
Apliquei a lei e o Direito de forma imparcial, diz Moro
“Mudamos um padrão de impunidade da grande corrupção que tínhamos no País. Aceitei vir para o governo para consolidar os avanços contra a corrupção. Tenho certeza que apliquei a lei e o Direito de forma imparcial nas condenações.” A declaração é do ministro Sergio Moro, nesta quarta-feira (19/6),…
TCU poupa empresa e congela bens de sócios da Odebrecht
Odebrecht firmou acordo de leniência por dano ao erário em contratos com a Petrobras. Reprodução
Em vez de comprometer a empresa, que inicia agora itinerário em busca da recuperação judicial, o Tribunal de Contas da União preferiu investir contra quem deu causa aos prejuízos: seus sócios….
Roberto Nogueira: Não se divisa erro funcional nas conversas de Moro
O país despertou nos últimos dias com candentes noticiários acerca de conteúdos vazados, a partir de conversas privadas de dignitários da República envolvidos nas ações persecutórias da denominada operação “lava jato”, a qual vem ineditamente desnudando enormes aparatos criminais relacionados com…
Advogado concursado da EBC não consegue jornada especial
A 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho considerou válida a jornada de 40 horas semanais em regime de dedicação exclusiva de um advogado concursado da EBC. Ele pedia o reconhecimento do direito à carga horária especial da categoria, de 20 horas semanais, mas os ministros levaram em conta o ed…
Obrigação é fazer população retomar a fé nos políticos, diz Moro
“A corrupção foi exposta e as pessoas perderam a fé. Nossa obrigação é dar uma resposta à população, fazer com que as pessoas retomem a fé nos seus representantes”, afirmou o ministro Sergio Moro, após seis horas de audiência com senadores na Comissão de Constituição e Justiça da casa legislativa…
Jusbrasil Entrevista: Daniella Meggiolaro, advogada
A prisão após o julgamento em segunda instância foi um retrocesso. É o que pensa a advogada Daniella Meggiolaro, presidente da Comissão de Direito Penal da OAB de São Paulo e diretora do Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD).
Meggiolaro se disse “de luto” pela mudança de entendimento…





