Os instrumentos mais conhecidos do Direito Legislativo são os projetos de lei e as emendas, no entanto, há outros mecanismos à disposição dos parlamentares do Brasil que não são tão conhecidos como as resoluções e os decretos legislativos.
Resoluções e decretos legislativos são intervenções le…
Arquivos Mensais:dezembro 2017
IBGE não pode divulgar informações individuais, decide STJ
O IBGE não pode fornecer as informações individualizadas que coleta a quem quer que seja, nem para para que sejam usadas como prova ou para quaisquer procedimentos administrativos. Assim entendeu a 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, ao reformar um acórdão do Tribunal Regional Federal da 4…
Mário Filho: Preservação da advocacia exige solidariedade do motoboy
A cada dia mais dedos em riste apontam para a advocacia criminal para acusá-la de “defender bandido”, e assim, ser bandida também entre outras insanidades ignorantes.
Não bastasse isso o arrocho processual penal imposto por filtros para dificultar o exercício da ampla defesa se soma ao momento…
PGR fez 5 pedidos de inquérito sobre vazamentos de acordos
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, já encaminhou à direção da Polícia Federal cinco pedidos de inquéritos para investigar possíveis vazamentos de informações sigilosas de acordos de delação.
Segundo a PGR, as investigações têm o propósito de assegurar o cumprimento à Lei 12.850/13…
Acordo de planos econômicos promete pagar honorários a advogados
A Advocacia-Geral da União fechou acordo com representantes de bancos e poupadores para resolver impasse sobre os índices de correção monetária dos planos econômicos durante as décadas de 1980 e 1990, após mais de duas décadas de litígio. Os termos devem ser protocolados ainda nesta terça-feira (…
STJ determina que Rafael Braga fique em prisão domiciliar
Nesta terça-feira (12/12), o catador Rafael Braga conseguiu uma vitória no Superior Tribunal de Justiça, que confirmou sua prisão domiciliar por motivos de saúde, mas foi derrotado no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que negou seu Habeas Corpus. Ele ficou conhecido nacionalmente após ter si…
OAB ajuíza pedido de liminar no STF contra uso indevido de conduções coercitivas
Brasília – A OAB ajuizou nesta segunda-feira (11) pedido de concessão de liminar para afastar a aplicação do artigo 260º do Código de Processo Penal (que trata das conduções coercitivas) em casos em que não haja prévio descumprimento de notificação. Em março, a OAB ajuizou Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) para que o Supremo Tribunal Federal (STF) oferecesse interpretação conforme a Constituição Federal do referido artigo. Embora a ADPF tenha sido pautada para a sessão do plenário do dia 11 de maio, não foi chamada a julgamento. Daí o pedido ao relator da ação, ministro Gilmar Mendes, de análise monocrática do requerimento formulado com a inicial. Na sessão desta terça-feira (12), o Conselho Pleno da OAB, instância máxima da Ordem, mais uma vez reiterou sua preocupação com forma como as conduções coercitivas têm sido realizadas.
“A condução coercitiva, figura prevista no processo penal brasileiro, só deve ser utilizada após prévia intimação, em tempo razoável, e diante da resistência do intimado. Tenho grande preocupação com o aspecto de trivialidade que têm assumido as conduções coercitivas em nosso Estado Democrático de Direito. Notadamente, o quadro se torna ainda mais crítico quando tais medidas, de modo injustificado, envolvem advogados, configurando clara violação de prerrogativas, assumindo também o contorno de constrangimento pessoal e profissional”, disse o presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia.
A Presidência do STF já divulgou a pauta das sessões do Plenário até o início do recesso judicial, sem a inclusão desses processos. O documento ajuizado nesta segunda-feira pela OAB reitera o pedido de concessão da medida cautelar, suspendendo-se a aplicação do artigo 260º do CPP, “impedindo-se a utilização de condução coercitiva para a realização de interrogatórios, oitivas ou tomada de declarações, ou, não sendo esse o entendimento, sucessivamente, para que sejam vedadas as conduções coercitivas utilizadas como medida cautelar autônoma, sem o prévio descumprimento de comparecimento após regular notificação”.
Inicialmente, a propositura foi sugerida pela Comissão Especial de Garantia do Direito de Defesa e aprovada por unanimidade na sessão do dia 14 de fevereiro do Conselho Pleno, que reúne os 81 conselheiros federais das 27 seccionais. Ao propor a ADPF, os membros da comissão alegam estigmatização de investigado, além de lhe cercear desfundamentadamente a liberdade ambulatória. O documento produzido pelo grupo destaca “o grave cerceamento de defesa do investigado, por ensejar a impossibilidade de adequada orientação técnica do advogado a seu cliente” e alega “que tal artigo sequer teria aplicabilidade na fase inquisitorial policial, pois direcionada à fase processual”.
Além do presidente nacional da OAB, assinam o pedido o residente da Comissão Nacional de Estudos Constitucionais, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, o presidente da Comissão Especial de Garantia do Direito de Defesa, Juliano Breda, e as advogadas Lizandra Nascimento Vicente e Bruna de Freitas do Amaral.
Presidente do DEM vira réu no STF acusado de receber propina
A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal aceitou denúncia nesta terça-feira (12/12), por 4 votos a 1, e transformou em réu o senador José Agripino Maia (RN), presidente do partido Democratas. Segundo a Procuradoria-Geral da República, ele recebeu R$ 654 mil para auxiliar a construtora OAS a consegu…
CNJ aposenta desembargadoras que bloquearam R$ 2,3 bi, em liminar
Representantes da magistratura são negligentes quando, mesmo diante de indícios de fraude, assinam decisão dando suporte para o cometimento de ilícitos sem se preocupar com os impactos da ordem. Assim entendeu o Plenário do Conselho Nacional de Justiça, nesta terça-feira (12/12), ao condenar duas…
Palestrar em banco não torna juiz suspeito para julgar instituição
Dar palestra no evento promovido por um banco não impede que, anos depois, o juiz julgue um processo do qual a instituição financeira é parte. Foi o que decidiu a 5ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, ao afastar a arguição de suspeição suscitada por um advogado de São Paulo para que o minist…
Durante Pleno, conselheiras realizam ato pelo fim da violência contra a mulher
Brasília – As conselheiras
federais da OAB realizaram na tarde desta terça-feira (12), durante a sessão do
Conselho Pleno, um ato de apoio à Campanha Brasileira do Laço Branco. Trajando
vestes brancas, as conselheiras procuraram chamar a atenção para a campanha,
cujo objetivo é, atuando em consonância com as ações dos movimentos de
mulheres, feministas e de outros movimentos organizados em prol da equidade de
gênero e justiça social, sensibilizar, envolver e mobilizar os homens em ações
pelo fim de todas as formas de violência contra a mulher. A presidente da Comissão
Nacional da Mulher Advogada, Eduarda Mourão, destacou a importância do ato
realizado na instância máxima da Ordem.
“Este ato foi importante porque
com ele reforçamos a necessária participação da OAB nesta importante campanha
internacional do laço branco. Uma campanha que convida os homens a lutar no
combate à violência contra a mulher. Uma vez que a OAB abraça esta causa, pode
levar para toda a sociedade, em especial aos homens brasileiros, a necessidade
de conscientização de que a violência contra a mulher é algo gravíssimo, que
compromete o nosso país. Hoje o Brasil encontra-se em quinto lugar no ranking
internacional de países em que as mulheres mais morrem em decorrência de
violência. Então isso é importantíssimo para a OAB, em especial aos nossos
conselheiros federais e presidentes seccionais, que são representantes da
advocacia de seus estados e, portanto, podem levar a esses estados esta
mensagem do necessário combate à violência contra a mulher”, disse Eduarda.
Durante a sessão, a conselheira
federal por Pernambuco, Adriana Coutinho, falou a respeito do ato. “Nós,
mulheres dos Conselho Federal, temos muito orgulho de dividir este conselho ao
lado de homens que, sabemos, estão sempre atentos às questões relacionadas aos
direitos humanos e, sobretudo, à erradicação da violência contra a mulher.
Agradecemos aos homens por nos apoiar nesta luta e ao nosso presidente pela
sensibilidade extrema aos assuntos relacionados à mulher, não só à mulher
advogada, mas à mulher brasileira. Este foi um pequeno gesto de união destas
conselheiras federais porque temos aqui uma grata amizade construída por esta
paixão pela Ordem. E fica este registro”, declarou ela,
O presidente nacional da OAB
salientou a necessidade de combate à todas as formas de violência contra a
mulher como algo fundamental para a sociedade brasileira. “Essa campanha tem um
significado muito especial e importantíssimo. Precisamos definitivamente acabar
com a violência contra as mulheres. Isto é algo inaceitável. Os números que têm
sido divulgados nos últimos tempos são assustadores. E ainda que somente uma
mulher fosse agredida já seria algo inaceitável sob qualquer aspecto. O que
vemos atualmente é algo que cresce e que o Brasil precisa rejeitar, que é esta
escalada de violência contra as mulheres. O Conselho Federal da OAB, por seus
homens e mulheres, está absolutamente engajado nesta campanha de tamanha
importância para o Brasil. Esta não é uma campanha importante para as mulheres
somente, ela é importante para a sociedade brasileira”, disse Lamachia.
Conselho muda regra que permitia ao MP perdoar quem confessa
Após críticas da magistratura e da advocacia, o Conselho Nacional do Ministério Público decidiu mudar norma que permitia a promotores e procuradores desistirem da persecução penal, por conta própria, em troca da confissão de suspeitos de crimes sem violência ou grave ameaça. A regra ainda admite …
TJ-CE recua e volta a contar prazos processuais até 19 de dezembro
Depois de suspender prazos processuais para acelerar julgamento do acervo, o Tribunal de Justiça do Ceará mudou de ideia e reconheceu que a contagem será normal até 19 de dezembro. A paralisação só terá início a partir do recesso judiciário, mas o atendimento ao público continua suspenso desde es…
Patrícia Perrone: Transformações no Direito segundo Roberto Barroso
O livro Um outro país: Transformações no Direito, na ética e na agenda do Brasil*, de autoria de Luís Roberto Barroso, reúne trabalhos do autor sobre temas relevantes da atualidade, escritos na condição de advogado público, de professor titular de Direito Constitucional e, ainda, de ministro do S…
Valtércio Ronaldo, do TRT-5, toma posse como conselheiro do CNJ
O desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) Valtércio Ronaldo de Oliveira tomou posse nesta terça-feira (12/12) como conselheiro do Conselho Nacional de Justiça.
Ao lado da presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, desembargador Valtércio Ronaldo a…





