ENA e AASP promovem cursos on-line ao vivo para todo país em setembro

Brasília – A Escola Nacional de Advocacia divulgou o calendário de cursos on-line para o mês de setembro. As aulas são oferecidas pela AASP (Associação dos Advogados de São Paulo) em parceria com a ENA e são transmitidas ao vivo para todo o país. Os alunos podem enviar perguntas durante a aula.

O primeiro curso é “A Lei das Sociedades Anônimas”, entre os dias 18 e 21 de setembro, com coordenação de Leslie Amendolara. Na pauta do curso, exposições sobre companhia aberta e fechada, objetivo social, ações, transferências de titularidade de ações, conceitos e espécies, entre outros temas. Para mais informações, clique aqui.

O segundo curso, entre os dias 18 e 22/9, é “Responsabilidade Civil no Direito do Trabalho: Teoria e Prática”, com coordenação de Jorge Cavalcanti Boucinhas Filho. O curso abordará, entre outros temas, elementos da responsabilidade civil, danos pré e pró-contratuais, dano moral coletivo e novos rumos da área. Para mais informações, clique aqui.

O terceiro curso de setembro, entre os dias 25 e 28, é “Ações de Locação e o Novo CPC”, com coordenação de Anselmo Prieto Alvarez e Guilherme Matos Cardoso. O objetivo é preparar o advogado para o exercício efetivo da advocacia na área de locação, em especial no que tange às repercussões do Novo CPC nas demandas judiciais locatícias, consideradas suas particularidades, com ênfase na análise das cláusulas pactuadas pelas partes. Para mais informações, clique aqui.

O quarto curso de setembro é “Terceirização no Direito do Trabalho”, nos dias 26 e 27, com coordenação de Gerson Shiguemori. O curso trará comentários acerca da Lei nº 13.428/2017 e das modificações da Lei nº 6.019/1974, que tratam do trabalho temporário e da terceirização de mão de obra. Para mais informações, clique aqui.

OAB-RS divulga manifestação

Brasília – A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional do Rio Grande do
Sul (OAB-RS), por meio do seu Conselho Pleno, vem a público divulgar Nota
Oficial.

Uma das principais virtudes que se espera de homens públicos
é o equilíbrio. É a capacidade de, mesmo num momento de debate e ideias
opostas, saber se portar com a dignidade e capacidade de interagir num ambiente
democrático. O que não se tolera em um homem público, que pretende ser um líder
classista, pago com o suor dos tributos repassados pelos cidadãos brasileiros,
é a postura arrogante de estímulo ao confronto entre classes.

Os advogados do Rio Grande do Sul foram atacados de forma
desequilibrada, leviana e irresponsável pelo presidente da Associação do
Ministério Público do RS, Sérgio Hiane Harris. Por meio de insinuações
maldosas, mentiras jogadas ao vento, acusações infundadas e insustentáveis, que
não representam a posição institucional do Ministério Público do RS, esse
servidor público, que deveria ter a mínima condição para lidar de forma
equilibrada com situações de debate da sociedade brasileira, vem procurando
transformar a advocacia numa espécie de vilã de suas convicções pessoais. Um
comportamento minúsculo, vil, sorrateiro.

Os advogados não aceitam essa postura e a repudiam com
veemência. Contudo, não causa surpresa este comportamento recente de ataques à
advocacia. Em outros momentos, o mesmo promotor evocou lutar “até morrer”, como
se estivéssemos em estado de sítio ou guerra declarada. Quando um homem público
age desta forma desproporcional e desalinhada com o cargo que representa,
devemos alertar a sociedade gaúcha sobre os reflexos desse comportamento
inconsequente. Uma atitude lamentável sob todos os aspectos.

Os ataques aos advogados têm como pano de fundo a tentativa
de enfraquecer a cidadania da população. A OAB-RS, fiel defensora de direitos e
garantias da sociedade, zelosa e atenta aos interesses do cidadão, jamais se
curvará a esse tipo de intimidação. Em nome da defesa da cidadania e dos
direitos dos cidadãos, os advogados seguirão unidos. Sem clima bélico. Sem
desequilíbrios. Mas sempre se posicionando e denunciando. Os advogados gaúchos
permanecerão determinados a cumprir sua missão de cabeça erguida.