O juiz federal Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal em Brasília, negou nesta quinta-feira (13/7) novo pedido do Ministério Público Federal para prender preventivamente o ex-ministro Geddel Vieira Lima. O pedido foi feito um dia após a Justiça Federal em Brasília conceder prisão domiciliar ao p…
Arquivos Mensais:julho 2017
Garotinho e Rosinha são absolvidos e continuam elegíveis
Os ex-governadores do Rio de Janeiro Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho foram absolvidos da acusação de abuso de poder político pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro. A decisão, da quarta-feira (12/7), deixa ambos continuem elegíveis para cargos políticos. Na mesma ação foi absolv…
Fatiamento de ações trabalhistas mudará Judiciário, diz advogado
Uma das principais mudanças da reforma trabalhista para a advocacia é a possibilidade de a Justiça do Trabalho “fatiar” os honorários de acordo com os direitos concedidos. Isso quer dizer que, se há cinco pedidos numa ação, mas o juiz só concede dois, a defesa só receberá honorários referentes às…
TRF-1 permite que Geddel deixe prisão sem tornozeleira eletrônica
Um dia após autorizar o ex-ministro Geddel Vieira Lima a deixar o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para cumprir prisão domiciliar monitorada pelo uso de tornozeleira eletrônica, o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, determinou que o político baiano se…
Juiz nega pedido do MP-GO e mantém tornozeleira em Rocha Loures
O Ministério Público só pode pedir busca e apreensão de tornozeleira eletrônica quando conhece irregularidades na forma como foi concedida e demonstra a urgência na medida. Assim entendeu o juiz Reinaldo Alves Ferreira, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Goiânia, ao rejeitar pedido do MP-GO contra …
IAB defende restrições à prerrogativa de foro propostas por Barroso
O Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) decidiu, nesta quarta-feira (12/7), apoiar as restrições à prerrogativa de foro por função propostas pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, no julgamento de uma ação penal. Em parecer aprovado por unanimidade, o IAB reconhece q…
CCJ da Câmara rejeita denúncia contra Temer por corrupção passiva
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara rejeitou nesta quinta-feira (13/7) o parecer favorável ao prosseguimento da denúncia contra o presidente Michel Temer ao Supremo Tribunal Federal. Por 40 votos a 25, o colegiado decidiu rejeitar o parecer do relator, deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ)…
Servidor que adotar criança terá licença de 180 dias, decide CJF
O Conselho da Justiça Federal alterou duas resoluções internas e ampliou a licença-adotante para 180 dias, mesmo prazo concedido às mães de recém-nascidos.
CJF ampliou licença-adotante para 180 dias, mesmo período concedido às mães de recém-nascidos.
Dollar Photo Club
O CJF acolheu, po…
Artigo: A lei é para todos
Confira o artigo do presidente da OAB/RS, Ricardo Breier,
publicado na edição desta quinta-feira (13) no Jornal Zero Hora:
A lei é para todos – Ricardo Breier – Presidente da OAB/RS
Esse quadro vem se acentuando nos últimos anos. É uma
sucessão de episódios obscuros envolvendo, principalmente, políticos que têm a
responsabilidade de comandar nosso país, incluindo Estados e municípios,
abafando os bons políticos. O sentimento é de tristeza com tantos
representantes da população envolvidos num cenário de denúncias e condenações.
Não bastasse isso, temos empresários e empreendedores envolvidos em redes de
corrupção jamais imaginadas.
Há, contudo e aparentemente, um novo componente no ar.
Quando ex-ministros são condenados e presos; deputados e ex-parlamentares vão
para o presídio por corrupção; um dos maiores empreiteiros do país está há
meses atrás das grades; donos de empresas devolvem milhões de reais de desvios;
lideranças partidárias respondem por condutas inadequadas ou criminosas. Quando
esses fatos se repetem, há de se perceber uma alteração: ninguém deve estar
acima da lei. Ninguém.
A condenação do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula
da Silva a nove anos e seis meses de prisão está inserida neste contexto. Ele
poderá recorrer da decisão do juiz Sergio Moro, inclusive podendo ter sua
situação revertida. Acima de tudo, está tendo seu direito de defesa observado.
Mas o fato é que se trata de um ex-presidente da República e que, mesmo assim,
não tem a prerrogativa de estar acima da lei.
Os questionamentos da sua defesa devem ser feitos dentro do
rito processual e de forma técnica. Cabe lembrar: existem outras instâncias em
que o processo será examinado. Qualquer outro caminho a ser tomado neste
momento não deve ser estimulado, digo: discurso de ódio.
A segurança jurídica é o elemento imprescindível para o
avanço democrático do país. O respeito às instituições e regras vigentes deve
sempre dizer: a lei é para todos.
Atos dos TSE que extinguem zonas eleitorais são questionados no STF
A Associação dos Magistrados Brasileiros questionou no Supremo Tribunal Federal atos do Tribunal Superior Eleitoral que alteram os requisitos de instalação de zonas eleitorais em municípios com mais de 200 mil eleitores.
Na ação, a entidade afirma que a mudança pode acabar com 72 zonas eleitor…
Temer sanciona reforma trabalhista e afirma seguir Constituição
Dois dias depois de aprovação no Senado, a reforma trabalhista foi sancionada nesta quinta-feira (13/7) pelo presidente Michel Temer (PMDB), em cerimônia no Palácio do Planalto. O texto muda mais de 100 pontos da CLT, principalmente para sobrepor o acordado sobre o legislado, além de uma série de…
Senado aprova seis indicações para o CNMP e uma para o CNJ
O Plenário do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (12/7), seis indicações ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Os aprovados são Fábio Stica, Orlando Rochadel, Lauro Machado, Demerval Farias, Leonardo Accioly e Erick Venâncio Lima. Os dois últimos foram indicados pela Ordem do…
OAB pede que Carf publique intimações em nome dos advogados
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil enviou nesta quinta-feira (13/7) ofício para que o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) publique intimações em nome dos advogados que patrocinam as causas, e não apenas das partes. Ao não fazer isso, diz o documento, o órgão julgad…
Comissões da OAB emitem nota conjunta sobre violência rural no Pará
Brasília – A Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB e as Comissões de Direitos Humanos das Seccionais da OAB emitiram nota conjunta na qual manifestam preocupação com a questão da escalada da violência no campo que assola o Estado do Pará. Veja a íntegra abaixo ou clique aqui:
NOTA PÚBLICA
Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB
Comissões de Direitos Humanos das Seccionais da OAB
A Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB e as Comissões de Direitos Humanos das Seccionais da OAB abaixo listadas vêm a público manifestar sua preocupação com a situação de extrema violência no campo no Estado do Pará bem como declarar integral apoio às Comissões de Direitos Humanos e de Direito Agrário da OAB – Seccional Pará em sua atuação em prol dos direitos fundamentais das comunidades camponesas.
O contexto de violência no campo se agrava no Pará e em todo o país diante da severa redução das políticas públicas de regularização fundiária em prol de trabalhadores rurais e povos e comunidades tradicionais.
A chacina de 10 trabalhadores rurais ocorrida em Pau D’Arco (25/05) e o recente assassinato de Rosenilton Pereira de Almeida, em Rio Maria (07/07), demonstram a necessidade de atuação rigorosa tanto na punição dos responsáveis pelo massacre como para proteção dos defensores de direitos humanos e prevenção de novos ataques contra lideranças.
Corroboramos a manifestação das Comissões de Direitos Humanos e de Direito Agrário da OAB Pará sobre a necessidade de o Governo do Estado do Pará dar efetividade à Lei Estadual 8.444/2016 – que instituiu o Programa Estadual de Proteção a Defensores de Direitos Humanos -, tendo em vista o histórico trágico de lideranças camponesas assassinadas e ameaçadas de morte naquele Estado.
Afirmamos nosso compromisso de conjugar esforços para cobrar ações efetivas do Estado Brasileiro quanto aos direitos fundamentais dos camponeses.
Assinam a presente Nota Pública:
Everaldo Patriota
Presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB
Isabela Fernandes
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB AC
Ricardo Soares Moraes
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB AL
Epitácio da Silva Almeida
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB AM
Eduardo Rodrigues de Souza
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB BA
Deodato José Ramalho Neto
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB CE
Daniel Muniz da Silva
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB DF
Rafael Silva
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB MA
Christopher Pinho Ferro Scapinelli
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB MS
Wigne Nadjare V. da Silva
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB PB
Marcelo Mascarenha
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB PI
Alexandre Salomão
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB PR
Marcelo Chalreo
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB RJ
Ezequiel Roque do Espírito Santo
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB RO
Hélio Abozaglo Elias
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB RR
Neusa Bastos
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB RS
Martim Sampaio
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB SP
Nayara Gallieta Borges
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB TO
TRF-4 reverteu decisões de Moro em relação a 8 réus da “lava jato”
Após ser condenado pelo juiz Sergio Moro por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve apostar suas fichas no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, responsável por julgar os recursos contra as decisões da 13ª Vara Federal de Curitiba. Até agora, a corte já …





