O Fórum Trabalhista Ruy Barbosa, em São Paulo, vai retomar as atividades nesta terça-feira (6/9), depois de concluir obras que impedem o acesso de usuários aos parapeitos. Segundo comunicado do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, algumas rampas continuam interditadas com fitas, mas serão …
Arquivos Mensais:setembro 2016
Superior Tribunal de Justiça divulga três novos recursos repetitivos
A antiga seção Índice Remissivo de Repetitivos do Superior Tribunal de Justiça, agora chamada de Repetitivos Organizados por Assunto, foi atualizada e tem três novos tipos de recursos repetitivos. Os temas abordam Direito Civil, Penal e Tributário.
No âmbito do Direito Civil, o REsp 1.556.834 …
Novo CPC não admite agravo contra decisão baseada em repetitivo
O novo Código de Processo Civil, que passou a vigorar em 18 de março deste ano, trouxe expressa previsão no sentido do não cabimento de agravo contra decisão que inadmite recurso especial com fundamento em ter sido a questão decidida pelo tribunal de origem em conformidade com recurso repetitivo …
Supremo vai julgar imposto sobre remessa ao exterior
A constitucionalidade do imposto cobrado sobre remessas de recursos ao exterior será analisada pelo Supremo Tribunal Federal em caso que teve repercussão geral reconhecida pelo Plenário Virtual. A cobrança é contestada por uma montadora, que alega falta de isonomia, já que outros contribuintes em…
“Queremos aprimorar mais ainda as Ouvidorias”, diz Lamachia
Brasília – No discurso de abertura do III Encontro Nacional de Ouvidores, o presidente da OAB, Claudio Lamachia, defendeu que o ato sirva para o aprimoramento e fortalecimento das ouvidorias das seccionais da Ordem. Lamachia destacou que a ouvidoria é um canal fundamental de comunicação da Ordem com a sociedade. Três presidentes seccionais acompanharam a abertura do encontro: José Augusto Noronha (OAB-PR), Paulo Maia (OAB-PB) e Juliano Costa Couto (OAB-DF). O ouvidor nacional da OAB, Elton Assis, mediou o encontro, que teve a participação do Secretário-Geral, Felipe Sarmento Cordeiro, e do ouvidor adjunto Alexandre Dantas.
“Estamos cada vez mais imbuídos na ideia de fortalecimento das ouvidorias”, disse Lamachia. “Tenho convicção de que este evento é importantíssimo para que cada vez mais tenhamos uma verdadeira integração na advocacia e da advocacia com a cidadania. Ou seja, a partir das ouvidorias é que temos essa condição tão importante de comunicação com a sociedade. Esse terceiro encontro nacional de ouvidores tem como base a ideia de nós aprimorarmos mais ainda as nossas ouvidorias. Demonstrarmos a todos os nossos colegas e a todas as seccionais a importância que tem a ouvidoria no seio da OAB”, declarou Lamachia.
O presidente nacional da OAB lembrou dos tempos em que presidiu a seccional do Rio Grande do Sul e como usava a ouvidoria como canal de interlocução com a advocacia gaúcha. “A ouvidoria propiciava uma comunicação direta na presidência na época com cada um dos advogados. Fazia questão de despachar, e tenho feito isto com o Elton e com o Alexandre, cada semana com o nosso ouvidor e recebia um relatório das demandas e muitas delas eu respondia pessoalmente aos colegas”, afirmou Lamachia.
Caixa Dois
Outro destaque que Lamachia fez questão de fazer ao discursar na abertura do III Encontro Nacional de Ouvidores foi do papel desempenhado pelas ouvidorias na gestão das denúncias de caixa dois eleitoral feitas por meio do aplicativo oficial da OAB.
“Naquelas seccionais onde já temos os comitês contra o caixa dois formados, as denúncias vão diretamente para as comissões, mas naquelas seccionais onde não temos os comitês contra o caixa dois instalados precisamos também da ouvidoria para que nos auxilie”, disse o presidente da OAB.
Nesse sentido, Lamachia traçou um histórico sobre as atuações recentes da Ordem no sentido de buscar alternativas ao modelo eleitoral vigente.
“Lembro a vocês que fomos uma das instituições que mais lutou e participou de forma ativa da formatação da Lei da Ficha Limpa e depois de sua aprovação, mas lembro que a Ordem teve um papel de protagonismo direto quando ajuizou no Supremo Tribunal Federal uma ação buscando coibir o financiamento das empresas nas campanhas políticas, nos partidos e nos candidatos”.
“Vamos provar para a sociedade brasileira que a Ordem está certa nesta sequência de ações. Estamos sim dando um passo gigantesco na política porque vamos afastar as empresas do campo político. Vamos afastar as empresas deste financiamento que se demonstrou ao longo do tempo ser verdadeira raiz da corrupção no Brasil. Vamos mostrar que estávamos certos quando dizíamos que a sociedade poderia combater a utilização de caixa dois. Vamos fazer com que cada um dos nossos colegas, dos quase um milhão de advogados, e que cada cidadão brasileiro se torne um verdadeiro fiscal desse processo eleitoral. De uma maneira muito simples, utilizando o aplicativo e nos ajudando a coibir a prática de caixa dois”, discursou Lamachia.
Imposto de Renda para casais gays é regulamentado nos EUA
Em 2013, a Suprema Corte dos EUA derrubou a definição de casamento que, segundo a lei da época, era a união entre um homem e uma mulher, apenas. Em 2015, a Suprema Corte legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país. Na sexta-feira (2/9), a receita federal dos EUA (IRS – Intern…
Teori nega HC a ex-policial condenado pela morte de Amarildo
Por considerar adequada a fundamentação jurídica que justificou a prisão preventiva do ex-policial militar Wellington Tavares da Silva, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, negou seguimento ao Habeas Corpus impetrado pelo ex-PM.
Wellington Silva foi condenado a 10 anos e 4 m…
Decisão impede OAB de limitar tempo adicional para deficientes
A Ordem dos Advogados do Brasil não pode limitar em uma hora o tempo adicional concedido aos candidatos com deficiência nas provas nacionais do Exame da Ordem. A decisão é do juiz Fernando Nardon Nielsen, da 2ª Vara Federal de Mato Grosso do Sul, tomada em uma ação civil pública ajuizada pelo Min…
PF investiga Funcef, Petros, Previ e Postalis por gestão temerária
A gestão dos quatro maiores fundos de pensão do país (Funcef, Petros, Previ e Postalis) está sendo investigada pela Polícia Federal. Nesta segunda-feira (5/9), 560 policiais federais cumpriram, ao todo, 127 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo, Rio Gra…
OAB sedia simpósio sobre dívida pública promovido pela Auditoria Cidadã
Brasília – O auditório do Conselho Federal da OAB foi sede, nesta segunda-feira (5), de um simpósio promovido pelo movimento Auditoria Cidadã da Dívida sobre a situação do endividamento público, com enfoque especial ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 204/2016, que dispõe sobre a cessão de direitos creditórios originados de créditos tributários e não tributários dos entes da Federação.
Maria Lúcia Fattorelli, auditora-fiscal aposentada da Receita Federal e fundadora do Auditoria Cidadã da Dívida, explicou que o PLS regulamenta o chamado esquema sofisticado de geração da dívida pública. “Usa-se a dívida pública como plataforma de desvio de recursos públicos para o sistema financeiro. O que esse projeto de lei quer é exatamente isso, legalizar e conferir arcabouço institucional à emissão e venda de debêntures”, complementa Fattorelli.
A auditora-fiscal apontou a dívida pública como o eixo central de desenvolvimento de uma nação. Por isso, suas críticas são duras ao Projeto de Lei em questão. “Ele não passou por nenhuma comissão no Senado, não foi objeto de qualquer audiência pública e seguiu direto para o Plenário. Hoje está marcado com regime de urgência mas sequer foi debatido do ponto de vista jurídico ou econômico nas comissões”, apontou.
Para ela, a cessão é um péssimo negócio para o Estado e para a sociedade. “O que de fato é cedido é simplesmente a garantia pública em valor equivalente aos créditos inscritos ou não em dívida ativa. Os juros ao investidor são eternos, hoje estipulados em IPCA mais 11%. E não são questionados, afinal, estão respaldados na própria garantia pública”, criticou.
Fattorelli, que já foi consultora oficial no assunto dos governos da Grécia e do Equador durante as respectivas crises econômicas destas nações, apontou que, no Brasil, o Tribunal de Contas da União (TCU) entende que a cessão de direitos creditórios a empresas estatais não dependentes é um subterfúgio legal com aparência de legal. “Não há contrapartida real para a dívida, que não para de crescer e suga quase a metade do Orçamento. Ninguém consegue identificar onde é aplicado esse dinheiro”, completou.
Ela lembrou ainda que a dívida pública tem sido a justificativa das privatizações no Brasil, bem como da entrega praticamente gratuita das matérias-primas – como o minério – ao exterior. “Ou enfrentamos a dívida pública com seriedade ou jamais iniciaremos uma nova história, de recuperação”, concluiu.
Por meio de resolução, STF regulamenta grampo de ramais internos
Desde o dia 19 de agosto deste ano, as interceptações de telefones internos do Supremo Tribunal Federal têm regras. Foi publicada no dia 29, no Diário de Justiça Eletrônico do tribunal (Dje), a Resolução 591/2016, que ditou as regras e procedimentos para grampear os telefones internos do STF.
…
TST julga se cabe dissídio coletivo para discutir demissão em massa
A possibilidade de questionar demissões em massa por meio de dissídio coletivo está sendo analisada pelo Pleno do Tribunal Superior do Trabalho. Até o momento, vence, por maioria, a tese apresentada pelo presidente da corte, ministro Ives Gandra Martins Filho, de que o dissídio coletivo não é o m…
PL 2.451 visa combater corrupção médica, mas afeta tratamentos
Não é novidade alguma a falência do sistema único de saúde do nosso país. Também não é surpresa que, para determinados tratamentos de saúde os valores envolvidos são vultosos e apenas parcela ínfima da população pode ter acesso. Somado a tudo isso, existe um total descontrole e, sobretudo, falta …
TJ-SP suspende ações que pedem prestação de contas a bancos
O Tribunal de Justiça de São Paulo admitiu recentemente o processamento de seu terceiro Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas. A Turma Especial de Direito Privado 2 analisará se, em ações de prestações de contas, bancos são obrigados a dar informações mesmo que o correntista deixe de exp…
Campelo Filho: Impeachment e a perda do diálogo de coalizão
Vivemos nestes últimos dias, por ocasião do julgamento da então presidente eleita Dilma Rousseff, um momento da história do Brasil que será objeto de discussão e análise através dos séculos. O debate jurídico-político e socioeconômico que envolve a questão deverá permear os discursos, desde as co…





