Conselho Federal apoia campanha da OAB-AC para atingidos por enchente

Brasília – O presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, manifestou solidariedade com a população do Estado do Acre, que enfrenta uma das piores enchentes de sua história. A entidade também apoia a campanha de arrecadação promovida pela Seccional acriana. “Todos os esforços devem ser direcionados àqueles que mais necessitam nesse momento”, afirmou Marcus Vinicius. “A OAB atua para que as famílias atingidas não sofram mais.” A OAB do Acre está arrecadando alimentos, roupas e materiais de limpeza para famílias atingidas pelas enchentes. Em Rio Branco, capital do Estado, 6 mil pessoas foram desalojadas na pior cheia da história da cidade -71 mil pessoas foram atingidas na cidade. Os postos de arrecadação da campanha da OAB são o Juizado Especial, localizado no antigo colégio Dom Pedro, e a Sala do Advogado, no Fórum Barão do Rio Branco.

OAB lança campanha contra corrupção na próxima quinta-feira

Brasília – Por ocasião do Colégio de Presidentes de Florianópolis (SC), que acontecerá de 5 a 7 de março de 2015, será oficialmente lançada pela Ordem uma campanha nacional de combate à corrupção. A proposta inicial, de autoria do presidente nacional da entidade, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, foi acolhida pela diretoria na última quarta-feira (25).   Marcus Vinicius classifica a corrupção como uma chaga que consome os recursos públicos. “Esta verba poderia ser investida na garantia dos direitos fundamentais. A endêmica apropriação privada dos recursos públicos municipais, estaduais e federais é um obstáculo ao desenvolvimento do Brasil”, aponta o presidente nacional da OAB. O clamor da Ordem é por uma reforma política profunda, que coíba os mecanismos de corrupção. “O financiamento empresarial de campanhas eleitorais é o principal incentivo às práticas de corrupção. Apenas por meio de uma reforma política democrática e republicana, que revise o atual sistema eleitoral, é que conseguiremos pôr fim a essa chaga, que cria uma sobreposição venenosa entre política e interesses empresariais”, alerta Marcus Vinicius. TRANSPARÊNCIA A campanha da OAB aprofundará o debate acerca do Plano de Combate à Corrupção, documento elaborado pela entidade para a boa governança nos três poderes. Entre os pontos propostos pela Ordem estão a urgente regulamentação da Lei 12.846/13, a chamada Lei Anticorrupção, que pune as empresas corruptoras, e a criminalização do Caixa 2 de campanha. Também cobra a aplicação da Lei Ficha Limpa, uma conquista histórica da sociedade, para todos os cargos públicos. Já o projeto de iniciativa popular da Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, encabeçado pela OAB em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e mais de 100 entidades da sociedade civil, apresenta uma proposta de representação política mais identificada com a sociedade. Os quatro pontos principais desta proposta são: – Proibição do financiamento de campanha por empresas e adoção do Financiamento Democrático de Campanha; – Eleições proporcionais em dois turnos; – Paridade de gênero na lista pré-ordenada; – Fortalecimento dos mecanismos da democracia direta com a participação da sociedade em decisões nacionais importantes.

Honorários trabalhistas são prioridade para OAB

Brasília – A OAB seguirá trabalhando neste ano pela aprovação do projeto de lei que garante honorários na Justiça do Trabalho. Prioridade dentro da Agenda Legislativa da Ordem, lançada na semana passada, a lei estabelecerá a imprescindibilidade da presença de advogados nas ações trabalhistas e prescreverá critérios para a fixação dos honorários. “Há entendimento geral de que honorários têm natureza alimentar, portanto não pode ser fixados em quantias irrisórias. A OAB trabalha firmemente para que os advogados que atuam na Justiça do Trabalho percebam honorários dignos, pois advogado valorizado significa cidadãos respeitados”, afirma o presidente nacional da Ordem, Marcus Vinicius Furtado Coêlho. No campo legislativo, a OAB trabalha pela aprovação do Projeto de Lei da Câmara nº 33, de 2013, que se encontra no Senado Federal aguardando designação de relator. O projeto altera dispositivos da CLT para determinar que, nas ações trabalhistas, a parte deverá ser representada por advogado legalmente habilitado. Outra alteração prevista é de a sentença proferida nas ações trabalhistas condenar o vencido, inclusive a Fazenda Pública, ao pagamento de honorários advocatícios de sucumbência, fixados entre o mínimo de 10% e o máximo de 20% sobre o valor da condenação.