A Corte Europeia de Direitos Humanos começa o ano com uma pauta polêmica. Na quarta-feira (7/1), o tribunal retoma a discussão sobre a eutanásia, dessa vez, sob outro viés. O que os juízes analisam é se, quando o paciente não tem mais condições de tomar decisões, a família e os médicos podem opta…
Arquivos Mensais:janeiro 2015
Demitir empregado no Brasil e logo contratá-lo no exterior é fraude
Quando um empregado é demitido de uma empresa e logo contratado por outra do mesmo grupo econômico, sendo ligado ao mesmo superior, a dispensa consiste em fraude. Assim entendeu a 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho ao declarar nulas duas demissões de um publicitário. Numa delas, ele chegou…
Cleide Pompermaier: Súmula 343 do Supremo deve ser revista
A ação rescisória é o instrumento pelo qual se torna possível o desfazimento de uma sentença já transitada em julgado. O artigo 485 do Código de Processo Civil, por sua vez, prevê as hipóteses em que a ação rescisória é cabível, sendo a proposição com base no inciso V, a mais comum e a mais signi…
O relacionamento entre juiz e advogado como motivo de suspeição
Já tive oportunidade de examinar esta importante e delicada questão em longo artigo sob o mesmo título, publicado há muitos anos (RT, 756:1998), no qual defendi ser de todo conveniente a inserção, dentre as causas de suspeição arroladas no artigo 135 do CPC, a amizade íntima ou a inimizade capita…
José Carlos Maia: Os primórdios do Tribunal do Júri no Brasil
Passados quase 200 anos de sua previsão normativa inicial, ainda há hoje dúvidas quanto à realização do primeiro julgamento por um júri realizado no país. Ao abordar o tema atinente ao histórico do júri brasileiro, muitos autores optam por não mencionar este acontecimento, outros mencionam hipóte…
Mutirão carcerário só de defensorias analisa 9 mil processos no PR
O Colégio Nacional dos Defensores Públicos Gerais (Condege) fez seu primeiro mutirão de atendimento em “voo solo” — sem estar vinculado a ações de outros órgãos da Justiça brasileira. A intervenção ocorreu no estado do Paraná em presídios de Foz do Iguaçu, Cascavel, Londrina e Francisco Beltrão e…
Jean Alves: Corrupção na Petrobras se amolda na modalidade bid rigging
A operação “lava jato”, colocou um foco de luz — ainda maior — sobre as práticas de cartelização no cenário brasileiro. No dia 11 de dezembro de 2014, foi ofertada denúncia criminal pelo Ministério Público Federal em desfavor de 36 pessoas que, sob a ótica do órgão ministerial, estão envolvidas n…
Jeferson Carvalho: Estamos criando um verdadeiro confronto de raças
Nos mostra a história que a sociedade vai se transformando no decorrer do tempo, e por isso temos momentos históricos, uns bem diversos dos outros. Esta transformação é salutar porque faz a adequação dos fatos ao crescimento do ser humano.
A preocupação que deve estar sempre presente é de não fo…
Supremo vai julgar lei estadual que regulamenta greve de servidores
Caberá ao Plenário do Supremo Tribunal Federal julgar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra uma lei que regulamenta o direito de greve dos servidores da administração direta, autárquica e funcional de Rondônia. Confúcio Aires Moura, governador do estado, ajuizou a ADI no Supremo Tribuna…
XV Exame: Confira os locais de prova da 2ª fase
Brasília – O Conselho Federal da OAB divulga nesta segunda-feira (05) os locais de prova da 2ª fase (prova prático-profissional) do XV Exame de Ordem Unificado, que será realizada no próximo domingo (11), das 13h às 18h, conforme horário oficial de Brasília. Farão a prova os candidatos aprovados na 1ª fase do XV Exame e os que solicitaram reaproveitamento da 1ª fase do XIV Exame. O Cartão de Informação dos candidatos já está disponível na página de acompanhamento da Fundação Getulio Vargas. Nele, os candidatos devem conferir o local, o estabelecimento, a sala e o endereço que deverão comparecer na data do Exame. Na data da prova, os examinandos deverão levar caneta esferográfica de tinta azul ou preta, fabricada em material transparente, bem como documento de identidade original com foto A 2ª fase é de caráter eliminatório e será composta por uma peça profissional e quatro questões escritas discursivas, sob a forma de situações-problema. Serão compreendidas as seguintes áreas de opção do examinando no ato de sua inscrição: Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Constitucional, Direito Empresarial, Direito Penal, Direito do Trabalho ou Direito Tributário e do seu correspondente direito processual A aprovação é requisito necessário para a inscrição nos quadros da OAB como advogado, conforme estabelece o artigo 8º, IV, da Lei 8.906/1994. O Exame de Ordem Unificado pode ser prestado por bacharel em Direito, ainda que pendente apenas a sua colação de grau, formado em instituição regularmente credenciada. Podem realizá-lo os estudantes de Direito do último ano do curso de graduação em Direito ou dos dois últimos semestres. Consulte na página da FGV o local de prova e o Cartão de Informação.
Novo defensor público-geral do Rio de Janeiro é empossado
Diante de um auditório lotado, André Luís Machado de Castro (foto) assumiu, na tarde desta segunda-feira (5/1), o comando da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, anunciando que promoverá mudanças consideráveis na estrutura da instituição. Entre as alterações, ele citou a criação de duas “sub-def…
Família de vítima de descarga elétrica em prédio será indenizada
Por não comprovar a culpa exclusiva da vítima no acidente, um condomínio em Itajaí (SC) terá que pagar indenização de R$ 270 mil à família de um pedreiro morto por descarga elétrica na casa de força do prédio. A condenação foi mantida pela 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça.
Segundo o vo…
OAB cobra regulamentação da Lei Anticorrupção
Brasília – O presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, enviou nesta segunda-feira (5) ofício ao novo controlador geral da União, ministro Valdir Moysés Simão, no qual apresenta o Manifesto à Sociedade Brasileira, destacando a urgente necessidade de regulamentação da Lei Federal nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção). Vale lembrar que a OAB também foi a responsável por cobrar do Poder Legislativo , no ano passado, a aprovação da lei. Ao comentar a necessidade de regulamentação, Marcus Vinicius frisa que “a lei não somente zela pelos bens públicos mas também demonstra respeito aos cidadãos que pagam seus impostos. É importante ressaltar que um mercado regido por empresas “ficha limpa” torna-se mais justo no sentido em que os produtos correspondentes seriam adquiridos com base em sua real qualidade”. Para o presidente, o referido dispositivo legal constitui-se numa grande evolução. “A empresa infratora responderá pelos delitos de seus empregados, ainda que alegue que não houve culpa ou dolo. É significativo ressaltar que a lei preencherá uma lacuna deixada pela Lei de Improbidade Administrativa e pela Lei de Licitações, já que nenhuma delas, e sequer o Código Penal, atinge as empresas privadas”, completa. ENFRENTAMENTO No ofício, o presidente nacional da OAB destaca ainda a necessidade de prevenção e enfrentamento aos desvios de conduta na gestão da coisa pública no País, no sentido de extirpar a corrupção da sociedade brasileira pela regulamentação da Lei Anticorrupção, que, entre outras medidas, pune empresas corruptoras. Entre as medidas propostas pela OAB em seu chamado Plano de Combate à Corrupção, estão o fim do financiamento empresarial em candidatos e partidos políticos, bem como estabelecimento de limites para contribuições de pessoas físicas; a criminalização do Caixa 2 de campanha eleitoral; a aplicação da Lei Complementar 135, denominada Lei da Ficha Limpa, para todos os cargos públicos; o fortalecimento e a ampliação de sistemas que façam a interligação de informações entre os órgãos fiscalizadores, entre outras. Leia o ofício remetido à CGU, acompanhado do Manifesto da OAB à Sociedade Brasileira.
Traição de noivo não dá direito a indenização por danos morais
Fidelidade é dever jurídico só no casamento civil, não entre noivos ou namorados. Com esse entendimento, 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que um homem não precisará indenizar sua ex-noiva por danos morais, depois que ela descobriu uma traição dele cinco mes…
Ex-superintendente geral do Cade vai para o Mattos Filho
Conselheiro do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) entre 2008 e 2012 e superintendente-geral do Cade até maio de 2014, o advogado Carlos Ragazzo é o novo sócio do Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados. Ele também já ocupou a liderança da unidade de concorrência …





