Presidente da OAB Nacional repudia racismo no futebol

Brasília – O presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, emitiu nota nesta quinta-feira (4) sobre os recentes atos de racismo, preconceito e intolerância ocorridos no futebol brasileiro. Confira: O racismo não deve ser tolerado A Ordem dos Advogados do Brasil, voz constitucional do cidadão, vem a público lamentar os atos de racismo praticados no futebol, ferindo de morte o dispositivo constitucional que assegura o tratamento igualitário de todos os brasileiros, sem preconceito de qualquer ordem, especialmente por motivo de origem racial. O racismo é crime e deve ser exemplarmente punido, principalmente para não estimular a construção de uma sociedade intolerante e preconceituosa. Apenas este ano, são 12 os casos de racismo ocorridos no futebol brasileiro, sem falar nos casos não divulgados, não denunciados e não comprovados. A OAB Nacional conclama toda a sociedade brasileira a unir esforços para o afastamento de seu meio dessa chaga que ainda mancha a nossa pátria. O racismo não pode ser tolerado para que possamos edificar uma nação livre, plural, democrática e verdadeiramente igualitária. Os atos e cânticos racistas promovidos por fatias minoritárias de torcidas no futebol também são reflexo do pensamento autoritário que ainda povoa certos setores da sociedade brasileira, incapazes de aceitar e compreender o outro em sua integralidade e de respeitar a diversidade do ser humano. Marcus Vinicius Furtado Coêlho Presidente nacional da OAB

OAB e Ministério das Relações Exteriores firmam convênio para estágio

Brasília – O presidente da OAB Nacional, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, acompanhado do vice-presidente da entidade, Claudio Lamachia, e do presidente da OAB Rondônia, Andrey Cavalcante, esteve nesta quarta-feira (3) no Palácio do Itamaraty, onde foi recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo. Em pauta, a assinatura da prorrogação, por mais dois anos, de um termo de cooperação para estágio de advogados na Coordenação-Geral de Contenciosos (CGC) do Ministério das Relações Exteriores (MRE). Ao fim do contrato, o MRE poderá recomendar os advogados do programa à Formação Complementar e Pesquisa em Comércio Internacional, desenvolvida pela Missão do Brasil junto à Organização Mundial do Comércio (OMC), em Genebra, na Suíça. Na ocasião, o presidente Marcus Vinicius Furtado Coêlho destacou a importância do programa. “Viemos agradecer ao ministro pela oportunidade concedida aos advogados, de conhecer a cultura jurídica internacional e viver a rotina de um ministério como o das Relações Exteriores. A advocacia brasileira deve estar devidamente preparada e bem representar o País, algo que vai ao encontro do ideário da OAB”, disse. O ministro Luiz Alberto Figueiredo reiterou que, pelo trabalho com a Ordem, o Itamaraty se abre cada vez mais à sociedade brasileira e às forças sociais. “Essa parceria traz em seu bojo  uma ideia de cooperação mais estreita entre o Ministério e os advogados brasileiros, no sentido de colaborar com a formação do profissional do Direito, para que lide especialmente com contenciosos internacionais no campo comercial. É, sem dúvida, um elo dos mais importantes. Quem ganha é a prestação jurídica do Brasil”, finalizou.