Comissão do Jovem Advogado promove o Natal Cidadão

A Comunidade Favela do Moinho, que ficou conhecida após grande incêndio, no centro de São Paulo, vai receber o projeto “Natal Cidadão”, realizado pela Comissão do Jovem Advogado. No dia 7 de dezembro, a partir das 10 horas, haverá profissionais de diferentes áreas oferecendo orientação jurídica, orientação para familiares de dependentes químicos, serviços de mediação e conciliação, orientação para prevenção contra DST´s, dicas para saúde bucal e outros serviços, também com a presença de postos de apoio móvel da Secretaria de Trabalho, Emprego e Empreendedorismo Municipal. O ponto de encontro será a rua Dr. Elias Chaves.

Palestras da segunda semana de dezembro

O Departamento de Cultura e Eventos da OAB SP apresentará, nesta semana, palestras sobre locação, medida de segurança e processo eletrônicos, entre outras. Os eventos acontecem na sede da Ordem (Praça da Sé, 385). Os interessados devem fazer a inscrição na sede da entidade ou pelo site www.oabsp.org.br, mediante a doação de uma lata ou um pacote de leite em pó integral (400g).

ADI contra investimentos eleitorais por empresas será julgada dia 11

Brasília – Está pautado para o dia 11 de dezembro, junto ao Supremo Tribunal Federal, o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4650, proposta pelo Conselho Federal da OAB, que busca ver banidos da legislação eleitoral, dispositivos que permitem doações por pessoas jurídicas às campanhas políticas. “Empresas não são partes legítimas dos pleitos eleitorais. O atual sistema de financiamento privado é o germe da corrupção administrativa em nosso país”, destacou o presidente nacional da entidade, Marcus Vinicius Furtado Coêlho. Para o presidente, o financiamento das eleições por parte das empresas cria situações "impróprias" entre governantes e financiadores.

Manifesto de Apoio a mais verbas para a saúde pública

Brasília – O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e a Associação Médica Brasileira (AMB) vem a público manifestar-se sobre os riscos à população brasileira, decorrentes do subfinanciamento da saúde pública. O subfinanciamento da saúde pública é um dos grandes males que aflige o sistema de saúde, assim como a gestão não qualificada e a corrupção, provocando desassistência, sofrimento e mortes evitáveis ao nosso povo. De há muito reconhecemos a insuficiência dos recursos. Em 2000 a União contribuia com 59% do total de recursos na saúde. Hoje, somente 45% (Estados e Municípios 55%). A aprovação da EC 29, de 2000, não foi suficiente para resolver o financiamento da saúde. O povo brasileiro manifestou-se através de mais de 2,4 milhões de assinaturas, propondo ao Congresso Nacional um projeto de lei de iniciativa popular, para que a União coloque 10% da Receita Corrente Bruta (RCB) na saúde. Esse projeto vitorioso e de larga abrangência, foi concebido pela AMB (Associação Médica Brasileira), OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e ANM (Academia Nacional de Medicina) e lançado em fevereiro de 2011. Essa causa logo foi abraçada por várias outras entidades, especialmente a CNBB e conselhos de saúde. Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 22-A, de 2000- SF, trata do chamado “Orçamento Impositivo”. O Governo propõe alteração do inciso I do § 2º do art. 198 da Constituição Federal para fixar a Receita Corrente Líquida (RCL) como base da apuração de recursos mínimos a serem aplicados pela União em saúde. 10% da Receita Corrente Bruta (RCB) são equivalentes a 18,74% da Receita Corrente Líquida (RCL) da União (2014). De acordo com a proposta da AMB, OAB e ANM logo no primeiro ano de vigência (em 2014), a saúde deveria ter um aporte adicional de R$ 46 bilhões, valor que em 2018 corresponderia a R$ 59,7 bilhões. O Governo quer utilizar a RCL escalonada em 5 anos (2014-2018), mas com percentuais menores (piso de 15% da RCL). O acréscimo proposto é de R$ 5,9 bilhões, no primeiro ano (em 2014), e R$ 22,8 bilhões em 2018. No Senado Federal, a base aliada do governo aproveitou a PEC 353/2013, que tratava do Orçamento Impositivo e introduziu dispositivo em que a garantia de recursos da União para a saúde inicia com 13,2% da Receita Corrente Líquida, estabelecendo o máximo de 15% (diferente dos 18,75% correspondentes). O Governo também quer vincular parcela do Orçamento Impositivo à saúde. Reduz recursos mínimos a serem aplicados pela União, no montante equivalente ao total de emendas individuais que venham a ser apresentadas ao Setor. As emendas entram no cálculo do piso e outros recursos (em montante equivalente) saem. Ao final do exercício, o total se manterá dentro do piso constitucional, sem aumento de recursos. Tradicionalmente as emendas parlamentares destinam recursos para a realização de obras (investimentos) em Estados e Municípios. Não podemos aceitar esse descaso com a saúde e desrespeito à vontade popular, quando se manifestou propondo 10% da RCB da União para a saúde. A Saúde é nosso bem maior e o povo brasileiro merece respeito.

Manifesto de apoio a mais verbas para a saúde pública

Brasília – O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e a Associação Médica Brasileira (AMB) vêm a público manifestar-se sobre os riscos à população brasileira, decorrentes do subfinanciamento da saúde pública. O subfinanciamento da saúde pública é um dos grandes males que aflige o sistema de saúde, assim como a gestão não qualificada e a corrupção, provocando desassistência, sofrimento e mortes evitáveis ao nosso povo. De há muito reconhecemos a insuficiência dos recursos. Em 2000 a União contribuia com 59% do total de recursos na saúde. Hoje, somente 45% (Estados e Municípios 55%). A aprovação da EC 29, de 2000, não foi suficiente para resolver o financiamento da saúde. O povo brasileiro manifestou-se através de mais de 2,4 milhões de assinaturas, propondo ao Congresso Nacional um projeto de lei de iniciativa popular, para que a União coloque 10% da Receita Corrente Bruta (RCB) na saúde. Esse projeto vitorioso e de larga abrangência, foi concebido pela AMB (Associação Médica Brasileira), OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e ANM (Academia Nacional de Medicina) e lançado em fevereiro de 2011. Essa causa logo foi abraçada por várias outras entidades, especialmente a CNBB e conselhos de saúde. Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 22-A, de 2000- SF, trata do chamado “Orçamento Impositivo”. O Governo propõe alteração do inciso I do § 2º do art. 198 da Constituição Federal para fixar a Receita Corrente Líquida (RCL) como base da apuração de recursos mínimos a serem aplicados pela União em saúde. 10% da Receita Corrente Bruta (RCB) são equivalentes a 18,74% da Receita Corrente Líquida (RCL) da União (2014). De acordo com a proposta da AMB, OAB e ANM logo no primeiro ano de vigência (em 2014), a saúde deveria ter um aporte adicional de R$ 46 bilhões, valor que em 2018 corresponderia a R$ 59,7 bilhões. O Governo quer utilizar a RCL escalonada em 5 anos (2014-2018), mas com percentuais menores (piso de 15% da RCL). O acréscimo proposto é de R$ 5,9 bilhões, no primeiro ano (em 2014), e R$ 22,8 bilhões em 2018. No Senado Federal, a base aliada do governo aproveitou a PEC 353/2013, que tratava do Orçamento Impositivo e introduziu dispositivo em que a garantia de recursos da União para a saúde inicia com 13,2% da Receita Corrente Líquida, estabelecendo o máximo de 15% (diferente dos 18,75% correspondentes). O Governo também quer vincular parcela do Orçamento Impositivo à saúde. Reduz recursos mínimos a serem aplicados pela União, no montante equivalente ao total de emendas individuais que venham a ser apresentadas ao Setor. As emendas entram no cálculo do piso e outros recursos (em montante equivalente) saem. Ao final do exercício, o total se manterá dentro do piso constitucional, sem aumento de recursos. Tradicionalmente as emendas parlamentares destinam recursos para a realização de obras (investimentos) em Estados e Municípios. Não podemos aceitar esse descaso com a saúde e desrespeito à vontade popular, quando se manifestou propondo 10% da RCB da União para a saúde. A Saúde é nosso bem maior e o povo brasileiro merece respeito.

Família Delmanto faz novo lançamento editorial

O Instituto Delmanto e a Delmanto Advocacia Criminal lançam no dia 9 de dezembro, a partir das 19 horas, na Sociedade Harmonia de Tênis (Rua Canadá, 658 – Jardim América) a 2ª edição de “Leis Penais Especiais Comentadas” (Roberto Delmanto, Roberto Delmanto Júnior – conselheiro da OAB SP – e Fábio M. de Almeida Delmanto) e “A Antessala da Esperança” (Roberto Delmanto). O coquetel (para convidados) dura durante toda a noite de autógrafos.

Presidente da OAB SP lamenta morte de Nelson Mandela

O Presidente da OAB SP, Marcos da Costa, lamentou profundamente a morte do Ex-presidente da África do Sul, o advogado Nelson Mandela, aos 95 anos, em Johannesburgo: “O mundo perdeu um líder carismático e generoso, que serve de referência para toda a humanidade, porque soube de forma pacífica e agregadora vencer uma luta, que parecia impossível, contra o odioso regime do apartheid”.