O 3º Tribunal do Júri de Niterói (RJ) condenou, nesta terça-feira (16/4), o policial militar Carlos Adílio Maciel Santos a 19 anos e seis meses de reclusão pelo assassinato da juíza Patrícia Lourival Acioli, em agosto de 2011. Do total da pena, 15 anos serão cumpridos por homicídio triplamente qu…
Arquivos Mensais:abril 2013
STF aceita conceito de dolo eventual em caso de morte no trânsito
A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal negou Habeas Corpus pedido de um frentista que pretendia a nulidade de sua condenação de seis anos de prisão em regime semiaberto pelo atropelamento e morte de uma idosa em 2009. De acordo com o relator do HC, ministro Ricardo Lewandowski, as circunstâncias …
Carlos Henrique Abrão: Empresas de papel miram investidor desinformado
A globalização econômica trouxe um aspecto fundamental, ligado ao preço de mercado das empresas e à escala do bilhão de fundos e grandes investidores. No entanto, o que temos, na realidade, é um número razoável de empresas somente de papel, com lucros e ganhos artificiais, as quais não passam de …
OAB defende criminalização da violação das prerrogativas do advogado
Brasília – O presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado, solicitou a sanção do governo ao Projeto de Lei da Câmara (PLC 83/2008) que criminaliza a violação de prerrogativas dos advogados, que já foi aprovado na Câmara e está sendo examinado em seus últimos aspectos no Senado Federal. Ele postulou o apoio à secretária-executiva do Ministério da Justiça, Márcia Pelegrini, e ao advogado-geral da União substituto, Fernando Luiz Albuquerque Faria, os quais recebeu em audiência na última segunda-feira. “Entendemos que aqueles direitos e garantias dos advogados, tais como o de ter vista aos autos, de ser recebido em audiência por autoridades, são prerrogativas que pertencem aos cidadãos. O advogado as exerce, pois, sem estas, os cidadãos não conseguem ser bem defendidos em juízo”, disse Marcus Vinicius aos dois representantes do governo durante a reunião. “Essa lei será uma conquista para a dignificação das prerrogativas dos advogados”. Ele explicou que pelo PLC de autoria do deputado Marcelo Barbieri, “a violação terá como consequência uma sanção, pois constituirá crime, tipo penal específico e constará do Estatuto da Advocacia”. Pela lei de criminalização da violação das prerrogativas do advogado, a OAB terá legitimidade para requisitar a instauração de inquérito e propor ação penal subsidiária. “Isto que significa dizer que o advogado não ficará à mercê do Ministério Público para a propositura da ação penal; a própria OAB poderá fazê-lo de forma subsidiária, se o MP não propuser no prazo fixado em lei”, acrescentou Marcus Vinicius.
AGU e Ministério da Justiça elogiam OAB por debater a transparência
Brasília – O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) recebeu apoio e elogio do Ministério da Justiça e da Advocacia Geral da União pela iniciativa de promover, no próximo dia 22 de maio, o seminário “Por um Brasil Transparente”. A secretária-executiva do Ministério da Justiça, Márcia Pelegrini, e o advogado-geral da União substituto, Fernando Luiz Albuquerque Faria, durante reunião com o presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado, além de ressaltar a importância dessa discussão na OAB, levaram o convite ao ministro José Eduardo Cardozo e ao advogado-geral da União Luis Inácio Adams para que participem do evento. Também o ministro da Controladoria Geral da União (AGU), Jorge Hage, será convidado a participar do debate. Segundo Marcus Vinicius, o evento será realizado em comemoração aos quatro anos da Lei Complementar 131/2009 – conhecida como Lei da Transparência, que obriga a disponibilização de informações detalhadas sobre a execução orçamentária e financeira da União, estados e municípios. Inicialmente, o seminário havia sido marcado para 27 de maio. O seminário vai discutir também a Lei de Acesso à Informação (nº 12.527/ 2001). O presidente nacional da OAB lembrou que do mês que vem todos os municípios do Brasil estarão obrigados a cumprir a Lei de Transparência, inclusive os cerca de 4 mil municípios com menos de 50 mil habitantes que até agora estavam de fora da aplicação dessa lei, que concedeu prazo de quatro anos para que eles fossem enquadrados. “É importante destacar que com as leis da transparência e do acesso à informação, a sociedade, ao invés de mera expectadora do que ocorre nos negócios públicos, tem a possibilidade de ser a protagonista, de ter participação ativa”, registrou Marcus Vinicius Furtado. “Essa participação é fundamental para que haja melhora nos gastos públicos, mais eficiência do Estado, com melhor aplicação dos recursos públicos, pois assim teremos uma sociedade melhor e mais justa e, portanto, com mais educação, saúde e mais justiça para todos”.
CNJ aplica pena de remoção compulsória a juiz por assédio a servidores
O Conselho Nacional de Justiça aliviou para remoção compulsória a punição de disponibilidade aplicada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo ao juiz José Roberto Canducci Molina, da comarca de Assis. A decisão foi tomada nesta terça-feira (16/4). O julgador foi acusado de assédio moral a servidore…
Justiça mantém data de eleição para a Associação Brasileira de Letras
A Justiça do Rio de Janeiro manteve para o próximo dia 26 de abril a data para as eleições para o comando da Associação Brasileira de Imprensa. Nesta segunda-feira (15/4), a juíza Maria da Glória Oliveira Bandeira de Melo, titular da 8ª Vara Civel, indeferiu pedido feito por Domingos Meirelles e …
OAB pede que CNJ reveja regra de inscrição prévia de advogado para sustentação
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, solicitou nesta terça-feira (16/4) a mudança de regimento do Conselho Nacional de Justiça, que prevê registro prévio do advogado para fazer a sustentação oral no processo. O pedido da entidade foi feito em ses…
Aprovado Estatuto da Juventude, que dá direitos a pessoas de 15 a 29 anos
O Estatuto da Juventude (PLC 98/2011), que estabelece direitos para pessoas de 15 a 29 anos, foi aprovado na noite desta terça-feira (16) pelo Plenário do Senado. Com 48 artigos, a proposta assegura à população dessa faixa etária — cerca de 52 milhões de brasileiros — acesso a educação, profissio…
A Toda Prova: A responsabilidade do Estado no STF e no STJ
Um policial, de folga, efetuou disparos com uma arma de fogo pertencente à sua corporação, objetivando a prisão de um elemento que acabava de furtar uma mulher. Entretanto, por erro, acabou causando a morte de uma pessoa inocente, que passava naquele momento. Assim, a responsabilidade civil …
Corretores e empresários respondem por fraudes contra mercado de capitais
Tramita na Justiça Federal do Rio Grande do Sul uma ação penal contra dez pessoas acusadas da prática de crimes contra o mercado de capitais. A denúncia do Ministério Público Federal foi recebida em dezembro de 2012 pelo juiz José Paulo Baltazar Júnior, da 1ª Vara Federal Criminal de Porto Alegre…
Gustavo Teixeira: PEC 37 não modifica poderes atuais do Ministério Público
A maior autoridade do Ministério Público afirmou, em rede nacional, que a aprovação da PEC 37 representará um retrocesso gigantesco para a persecução penal no país.
A assertiva acerca dos efeitos práticos da aprovação do citado projeto de emenda constitucional, após a exibição de imagens de oper…
Governo do Rio quer ampliar custeio de despesas com advogados de servidores
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, enviou para a Assembleia Legislativa, em regime de urgência, um projeto de lei que quadruplica o valor que o estado poderá desembolsar para pagar escritórios de advocacia contratados por autoridades e servidores. A proposta altera uma lei já em vigor…
Assessor de Joaquim Barbosa irá gerir Fundo de Previdência do Judiciário
Foi publicada no Diário Oficial de segunda-feira (15/4) a portaria com os integrantes do conselho deliberativo do Fundo de Previdência dos Servidores do Judiciário (Funpresp-Jud). A portaria é assinada pelo ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal. O presidente do conselho…
Escolas da Advocacia difundirão Campanha pela Dignidade dos Honorários
Brasília – A Escola Nacional da Advocacia (ENA) anunciou que irá difundir a importância da Campanha Nacional pela Dignidade dos Honorários, seja por meio dos cursos das Escolas Superiores da Advocacia (ESAs) em todo o país seja pelos cursos jurídicos telepresenciais exibidos pelas 380 antenas do Programa Nacional de Educação Continuada da OAB. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira (17) pela diretoria do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que esteve reunida hoje com o diretor-geral da ENA, Henri Clay Santos Andrade. Segundo o diretor da ENA, será criado um calendário de atividades e de seminários em todo o Brasil, em acordo com as Escolas Superiores da Advocacia, para fomentar o debate em torno da dignidade dessas verbas, engajando todos na Campanha Nacional pela Dignidade dos Honorários. “É preciso difundir para os advogados a importância de lutar pela dignidade dos honorários advocatícios, verbas essas de caráter alimentar e que remuneram o trabalho desempenhado pelo profissional da advocacia”, afirmou Henri Clay. A campanha visa o combate enérgico ao aviltamento das verbas honorárias, com foco na valorização dos honorários sucumbenciais (pagos pela parte perdedora no processo judicial) e dos honorários contratuais (pagos pelo cliente quando do início do ajuizamento da demanda). Participaram da reunião no gabinete da Presidência da OAB, além do presidente nacional da entidade, Marcus Vinicius Furtado, e do diretor da ENA, o vice-presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia; o secretário-geral da entidade, Claudio Souza Neto; o secretário-geral adjunto, Claudio Stábile; e o diretor-tesoureiro Antonio Oneildo. O grupo de trabalho encarregado da Campanha Nacional pela Dignidade dos Honorários é coordenado por Claudio Lamachia e tem como integrantes, além de Henri Clay, o ouvidor Nacional da OAB, o conselheiro federal pelo Amazonas, José Alberto Simonetti; o procurador Nacional de Defesa das Prerrogativas, o conselheiro federal pelo Amapá, José Luis Wagner; e o presidente da Comissão Nacional de Defesa das Prerrogativas, o conselheiro federal por Pernambuco, Leonardo Accioly.





