Sem violência, acariciar partes íntimas não é atentado ao pudor

Data da Publicação: 4 de julho de 2014 às 21h16

A tipificação de atentado ao pudor no caso de uma paciente acusada de, sem violência, acariciar as partes íntimas de seu médico é excessiva. Assim decidiu a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao dar provimento ao recurso em Habeas Corpus de uma mulher para trancar o inquérito que prosseguia…

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