Queimar livros nunca foi capaz de matar as ideias

Data da Publicação: 11 de outubro de 2015 às 08h01

Aqueles que amamos os livros reiteradamente nos lembramos com tristeza da noite de 10 de maio de 1933, quando em Berlim cerca de 40 mil livros foram queimados. A valer-me de um neologismo de gosto duvidável, presenciou-se um “bibliocausto”, quando obras de autores como Sigmund Freud, Emil Ludwig …

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