Narrar histórias no processo penal é diferente de contar lorotas

Data da Publicação: 27 de maio de 2016 às 10h20

Para que os argumentos possam ser compreendidos é preciso engajar o julgador, narrar histórias factíveis e não lorotas. E o engajamento pode se dar por diversas maneiras, especialmente pela empatia para com um dos jogadores. Por isso a empatia do julgador para com o jogador da acusação, de defesa…

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