Melhor maneira de julgar crime é imaginar enredo sem ato violentoData da Publicação: 9 de abril de 2016 às 08h05
Aparentemente pode-se dizer que o sujeito tem nome e qualificação que, socialmente, pode indicar um lugar. Assim, alguém pode ser chamado de “Paulo” e exercer a função de juiz. Neste lugar ele não chegou, nem se sustenta sozinho, enfim, não existe um “Paulo” essencial. Ele foi construído pelas fa…





