Ditadura legalizou pena de morte, mas só executou opositores ilegalmenteData da Publicação: 1 de abril de 2024 às 13h44
Na manhã de 29 de março de 1972, o criminalista Nilo Batista finalizou um memorial que apresentaria à tarde à 3ª Auditoria do Exército da 1ª Circunscrição Judiciária Militar (RJ), em um processo de crimes políticos. Desde o golpe de 1º de abril de 1964 — que completa 60 anos nesta segunda-feira —, o Brasil vivia […]
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