Comprador de influência não comete crime se foi enganado, diz STJData da Publicação: 26 de janeiro de 2021 às 07h24
Aquele que compra o prestígio de alguém que alegava ter influência junto a órgão público para impedir um ato de fiscalização, apesar de praticar ato antiético e imoral, não comete nenhum ilícito se, ao fim e ao cabo, é enganado e não obtém o resultado esperado.
Se influência fosse exercida, …





