Quando o juiz já sabia: a importância da originalidade cognitiva

Data da Publicação: 29 de abril de 2016 às 12h37

O Estado-juiz deve ser terceiro justamente para não ter parcialidade (interesse/pré-julgamento) na resolução do caso penal em favor de qualquer uma das partes. A imparcialidade é uma construção técnica artificial do processo, que não se confunde com “neutralidade”. O julgador ignora os fatos, mas…

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