Senso Incomum: O velho travestido de novo e o moralismo do Faustão

Data da Publicação: 27 de junho de 2013 às 08h00

Há um poema de Brecht sobre “o novo e o velho”. Dizia:
“Eu estava sobre uma colina e vi o Velho se aproximando, mas ele vinha como se fosse o Novo. Ele se arrastava em novas muletas, que ninguém antes havia visto… Aí vem o Novo, tudo é novo, saúdem o Novo, sejam novos como nós! E quem escutava, …

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